San Lorenzo: denunciam que planta asfáltica opera sem licença municipal afetando vizinhos
Vizinhos do bairro Reducto-Lérida de San Lorenzo denunciaram que a planta asfáltica do Consórcio Victoria segue operando de forma irregular, apesar das reclamações de moradores locais.
Exigem o fechamento do estabelecimento, argumentando que a emissão de partículas gera contaminação ambiental; além disso, ruídos incômodos produzidos por máquinas e veículos pesados, além de outros incômodos à saúde dos moradores e danos materiais às habitações.
"Não tem licença municipal, tampouco patente, e continuam com suas atividades. E os vizinhos continuamos esperando que o intendente interino se digne a assinar pelo menos o fechamento temporário", manifestou Catalina Insfrán ao La Nación/Nación Media.
De acordo com documentos fornecidos pela porta-voz do grupo, a Direção de Tributos Municipais informa que, segundo a base de dados do sistema informático da instituição, "não se registra patente comercial" em nome da empresa Consórcio Victoria.
Tampouco foram apresentadas plantas e requisitos necessários à Municipalidade de San Lorenzo para o correspondente processo de aprovação da planta asfáltica em questão. Portanto, "não existem pareceres nem resolução de aprovação".
Por outro lado, o parecer técnico da Direção de Obras realizado a pedido dos vizinhos confirma que a planta asfáltica se encontra em uma zona residencial "não permitida" para este tipo de estabelecimento industrial.
Diante de tudo o exposto, "vamos lutar pelo fechamento definitivo", esclareceu a porta-voz do grupo de aproximadamente 180 vizinhos que assinaram a petição de fechamento, dirigida à municipalidade sanlorenzana.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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