Rosalía, Karol G e Ca7riel e Paco Amoroso disputarão o Latin Grammy de álbum do ano
O restante dos indicados nesta categoria são FEMME FATALE, de Mon Laferte; MUDA de Carín León; La Vida Era Más Corta, de Milo J; EQUILIBRIVM, de Anitta, e Vendrán Suaves Lluvias, de Silvana Estrada.
Após três anos de espera e depois de ter acumulado três Latin Grammy com Motomami em 2022, Rosalía retorna a esta gala com Lux, um álbum conceitual cheio de misticismo no qual explora a fé, o sagrado e o litúrgico através de coros, orquestra e arranjos operísticos, cantado em treze idiomas distintos.
Por sua parte, Karol G reivindicou suas raízes musicais latino-americanas que a acompanharam desde a infância em Tropicoqueta, que contava com uma estética inspirada nas vedetes de outrora.
O humor inteligente predomina em álbuns como FREE SPIRITS, no qual os argentinos CA7RIEL & Paco Amoroso satirizam o esgotamento pela fama repentina e a ansiedade do sucesso viral, com colaborações com artistas do calibre de Sting ou Jack Black, assim como em ¿Dónde Es El After?, dos venezuelanos de Rawayana, que narram as travessuras da noite e suas consequências ao amanhecer.
Enquanto Drexler propõe em Taracá uma homenagem profunda ao ritmo afro-uruguaio candombe em um disco gravado no Uruguai que dedica à memória de seu pai recentemente falecido e a mexicana Silvana Estrada explora em Vendrán Suaves Lluvias o luto e as despedidas não apenas de um relacionamento amoroso, mas também de uma amizade perdida.
A chileno-mexicana Mon Laferte reinterpreta o arquétipo histórico da "mulher fatal" desde uma perspectiva feminista com seu álbum Femme Fatale, no qual funde gêneros como o jazz, o bolero ou o swing.
A brasileira Anitta faz o mesmo com sua espiritualidade e maturidade em EQUILIBRIVM, um disco introspectivo que busca equilibrar sua mente e seu corpo entrelaçando ritmos tradicionais como o samba e o axé com sua devoção pelo candomblé.
Por sua parte, o mexicano Carin León encerra uma etapa em MUDA, uma fusão de gêneros como pop, ska, blues e salsa para explorar as distintas faces do amor, com colaborações de Juanes ou Rawayana.
E o argentino Milo J, por sua vez, entrega em La Vida Era Más Corta um manifesto sobre a passagem do tempo e a memória, misturando folclore argentino e tango com trap e eletrônica, com vozes como as de Silvio Rodríguez e Mercedes Sosa.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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