Reparo de tomógrafo do Hospital Regional de Ciudad del Este em gestão jurídica do MSP
Processo legal em marcha
O reparo do tomógrafo do Hospital Regional de Ciudad del Este continua na espera devido ao fato de o caso ter sido transferido para a instância jurídica do Ministério de Saúde Pública. Conforme informou o doutor Federico Schrodel, diretor da décima região sanitária, o equipamento possui garantia, mas a empresa fornecedora Dysa não realizou o reparo correspondente.
"Já na instância jurídica se analisará o caso, a empresa tem sua reclamação, o Ministério de Saúde Pública também, o equipamento tem garantia, mas enquanto nessa instância não se resolve como se continua, o tomógrafo não poderá ser reparado, já está a cargo de outra dependência do MSP", explicou o doutor Schrodel.
Alternativas para pacientes
Durante o período em que se resolve a situação legal, os pacientes podem continuar realizando seus estudos de tomografia em serviços médicos privados. O doutor Schrodel indicou que os pacientes poderão seguir realizando seus estudos de tomografia nos serviços médicos privados do Hospital Tesãi e do Instituto de Imagens do Alto Paraná (IMAP), ambas instituições localizadas em Ciudad del Este.
Para o Tesãi são encaminhadas as pessoas que necessitam de tomografia com contraste, enquanto que para o IMAP são enviados os demais pedidos. No caso do Hospital Tesãi, todo o serviço de saúde pública é financiado pela Itaipu Binacional, que contribui mensalmente com recursos para a atenção social e gratuita através da Fundação Tesãi.
Equipamento relativamente novo
O tomógrafo danificado é de instalação recente e começou a funcionar em 8 de julho de 2024 no Hospital Regional de Ciudad del Este. No entanto, desde esse período tem estado fora de serviço em três ocasiões por necessidade de reparo.
Os diretores da região sanitária e do hospital atribuíram essas falhas frequentes à grande quantidade de determinações realizadas, que superavam sua capacidade de funcionamento.
Procedimentos de encaminhamento
O doutor Schrodel esclareceu o procedimento aplicado diante das reclamações recebidas: "O que está ocorrendo é que àqueles que vêm do serviço privado, pedimos que voltem a consultar na saúde pública para registrá-los e com o novo pedido de estudo, poder encaminhá-los aos centros privados citados".
Informou também que 40% dos estudos que se realizavam com o tomógrafo do Hospital Regional provinham de consultas realizadas no serviço privado, e muitos desses casos nem sequer contavam com diagnóstico prévio.
O diretor expressou confiança em que se chegue a um acordo favorável, considerando que o equipamento é propriedade do Ministério de Saúde Pública, enquanto se define a continuidade do processo de reparo.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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