Peña ratifica apoio a Fretes à frente do IPS
O presidente da República, Santiago Peña, expressou sua confiança no desempenho de Isaías Fretes como titular do Instituto de Previsão Social (IPS), durante uma coletiva de imprensa.
Reconhecimento à gestão atual
Peña destacou que o doutor Fretes implementou um trabalho com uma marca particular na instituição. "O doutor Isaías Fretes imprimiu uma marca que acredito ser única, nunca antes havíamos visto, está realizando um trabalho muito importante", afirmou o mandatário.
O presidente reconheceu que o IPS enfrenta desafios significativos. "Obviamente no IPS tudo é uma urgência, tudo é uma emergência, estamos tentando cobrir déficits que têm décadas", expressou.
Apoio do Poder Executivo
A respeito da situação institucional, Peña enfatizou que "tenho uma confiança plena de que é a pessoa indicada que o Instituto de Previsão Social precisa hoje". Acrescentou que a partir do Poder Executivo, Fretes contará com todo o apoio e lhe serão fornecidas todas as ferramentas necessárias para continuar com a reordenação da previdencial.
O mandatário indicou que se forem necessários instrumentos legais adicionais, o Governo recorrerá ao Congresso. "Na medida em que encontremos áreas, por exemplo, se precisarmos pedir ao Congresso ferramentas legais iremos, como já fizemos no ano passado, aprovamos uma reforma muito importante que forneceu mais recursos ao Instituto de Previsão Social", explicou.
Expectativa em resultados a longo prazo
Peña pediu à cidadania confiança na gestão de Fretes e sinalizou que é importante ser realista quanto aos prazos de resolução de problemas estruturais. "É um profissional de longa trajetória, acredito que os paraguaios reconhecem essa trajetória, agora o que resta é que a cidadania lhe dê a oportunidade para que ele possa dar continuidade aos trabalhos", sustentou.
O presidente enfatizou que mais de 60 anos de desafios institucionais não podem ser resolvidos em períodos curtos. "Temos que lhe dar a oportunidade, sabendo que mais de 60 anos de uma instituição não se vão resolver em seis meses ou em um ano", concluiu.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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