Paraguai lidera o crescimento econômico na América Latina com projeção de 4,4%
Paraguai entre os líderes de crescimento na região
Conforme o Banco Mundial, o Paraguai figura na lista de países que experimentarão maior crescimento econômico na América Latina durante 2026, com uma projeção de 4,4%. O organismo também elevou a previsão de expansão para América Latina e o Caribe de 2,1% para 2,2%, mantendo o país entre os principais atores econômicos regionais.
Em seu informe de Perspectivas Econômicas Globais de junho, o Banco Mundial apontou que a região contará com a Guiana como principal motor de crescimento com 16,3%, seguida pelo Paraguai (4,4%), Surinã (4,0%), Panamá (3,9%), Guatemala (3,7%), República Dominicana (3,6%) e Argentina (3,6%).
Projeções para anos posteriores
A projeção de 4,4% para o Paraguai em 2026 se mantém inalterada em relação ao informe anterior de abril. No entanto, o Banco Mundial também elaborou estimativas para anos posteriores: para 2027 projeta um crescimento de 4,2% e para 2028 de 4,0%.
Contexto econômico global
O organismo internacional explicou que o crescimento moderado está condicionado pelo aumento dos preços da energia, as pressões inflacionárias e o impacto de conflitos internacionais. Esses fatores afetarão principalmente as economias importadoras de petróleo e os países com menor margem fiscal.
Em nível global, o Banco Mundial revisou para baixo suas perspectivas econômicas e projetou que o crescimento mundial se desaceleraria para 2,5% em 2026, frente ao 2,9% estimado para 2025, o que representaria o ritmo de expansão mais baixo desde a pandemia de COVID-19.
Panorama de outros países latino-americanos
No contexto regional, o Brasil continuará com a desaceleração iniciada em 2025. A Argentina, por sua vez, contará com o impulso de suas exportações, embora o crescimento possa ser limitado por políticas monetárias e fiscais restritivas ainda vigentes. O Peru manteria um crescimento de 2,9% em 2026, moderando-se para 2,5% em 2027.
A Colômbia avançaria 2,4% em 2026 e 2,8% em 2027, enquanto o Equador cresceria 1,9% e 2,3% respectivamente nesses períodos.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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