Paraguai e sete países expressam preocupação com a situação na Bolívia
Comunicado conjunto de oito nações sobre crise humanitária
Comunicado conjunto de oito nações
O Governo do Paraguai e outros sete países emitiram um comunicado conjunto expressando sua preocupação com a situação atual na Bolívia. Argentina, Chile, Costa Rica, Equador, Honduras, Panamá, Peru e Paraguai compõem o grupo de nações signatárias.
"Os países abaixo-assinados manifestamos nossa preocupação com a situação humanitária na Bolívia, produto de protestas e bloqueios de estradas que resultaram no desabastecimento de alimentos e insumos essenciais para a população", assinala o comunicado oficial.
Postura sobre a ordem democrática
Os países signatários rejeitam toda ação orientada a desestabilizar a ordem democrática e indicaram que apoiam o Governo constitucional da Bolívia, eleito democraticamente nas eleições gerais de 2025.
O comunicado expressa solidariedade com o Governo encabeçado pelo presidente Rodrigo Paz e com o povo boliviano. "Exortamos a todos os atores políticos e sociais a canalizarem suas diferenças privilegiando o diálogo, o respeito às instituições e a preservação da paz social", reza o documento.
Crise que requer atenção regional
A Bolívia enfrenta uma complexa crise social, econômica e humanitária, gerada por protestas e bloqueios que deixaram várias regiões isoladas, afetando consideravelmente a população civil e seu acesso a serviços essenciais.
Pronunciamentos da classe política paraguaia
Atores políticos do Paraguai também se pronunciaram sobre esta situação. O deputado Rodrigo Gamarra apontou que a crise deve preocupar o setor político e o país, instando ao diálogo construtivo.
"A situação que vive hoje a Bolívia deve nos preocupar a todos nós que acreditamos na democracia e na estabilidade de nossa região. Nenhuma diferença política pode justificar cenários que terminem afetando o povo, o abastecimento de alimentos ou a paz social", expressou o legislador por meio de suas redes sociais.
O deputado enfatizou que "o caminho sempre deve ser o diálogo, o respeito institucional e a defesa da ordem democrática" para a resolução de conflitos na região.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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