O que você precisa saber: "Afronta" aos médicos, melhora de Hugo Javier e mestres buscam acordo
O Sindicato Nacional de Médicos (Sinamed) informou que o Ministério da Saúde Pública lhes propôs uma recomposição salarial que, para o sindicato, foi considerada uma afronta, razão pela qual a greve prevista para 21 e 22 de setembro permanece de pé.
"Isto é uma afronta o que hoje nos apresenta o Ministério da Saúde", expressou a secretária-geral do Sindicato Nacional de Médicos (Sinamed), Rosanna González, nesta quinta-feira em um vídeo publicado nas redes sociais dessa organização. Ela explicou que a proposta consiste em uma recomposição salarial de G. 1.500.000 em três etapas, de G. 500.000 cada uma, apenas para os médicos que ganham menos de G. 5 milhões. O sindicato apontava para que fosse equitativo, ou seja, para todos sem distinção.
Além disso, a dirigente criticou quatro médicos especialistas que "negociaram com o Governo fora do reajuste salarial decidido em assembleia". "Jamais os interesses particulares e pessoais podem estar acima dos interesses comuns de todos os médicos do país", expressou com tom de censura e indignação.
O diretor do Hospital Nacional de Itauguá, doutor Miguel Ferreira, forneceu detalhes do estado de saúde de Hugo Javier González, que permanece em seu quarto dia de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coletiva de imprensa realizada às 12h00 desta quinta-feira.
"Ele continua na unidade de cuidados intensivos intubado, foi suspendida a sedação, apresenta algumas reações, reflexos, movimentos, respirações que são animadores dentro de sua evolução clínica", explicou o médico.
Manifestou que a pressão dentro do crânio não variou e poderia se dizer que "há uma ligeira melhora" quanto à evolução de seu quadro clínico.
A intersindical de trabalhadores da educação aguarda uma resposta do Ministério da Economia e Finanças (MEF) e do Ministério da Educação e Ciências (MEC) para instalar uma mesa de trabalho de forma a chegar a um acordo. Os sindicatos anunciaram paralisação nacional e mobilizações para 17 e 18 deste mês.
Em uma nota dirigida aos ministros da Economia, Oscar Lovera, e da Educação, Luis Ramírez, os sindicatos solicitam o envio de uma adenda ao Congresso que incorpore suas principais reivindicações ao PGN 2027.
Entre elas figuram um reajuste salarial de 8%, a criação de rubricas para mestres de grau, horas-aula, cargos diretivos, supervisores e psicólogos, além de despesas de representação para supervisores e diretores e a gratuidade.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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