O entorno de Marilina coloca em dúvida sua apresentação no Mundial 2026
Mensagem de apoio do cunhado levanta suspeitas sobre presença da cantora na abertura
As dúvidas sobre a presença de Marilina Bogado na abertura do Mundial 2026 crescem, após seu cunhado, o condutor e influenciador Fernando Eid, publicar uma mensagem de apoio no Instagram, mas com uma frase que acendeu os alarmas. "Chegues ou não a estar lá representando teu país, vos já ganhaste", escreveu.
A declaração de Eid chamou a atenção porque chega após The New York Times informar nesta última sexta-feira que a rainha da cumbia figura entre os artistas do show prévio ao debut do Paraguai versus Estados Unidos na Copa do Mundo, organizado pela FIFA.
Nas suas histórias do Instagram, Eid saiu em defesa da cantora frente às críticas que inundaram as redes após conhecer a notícia. O boliviano assegurou que o Paraguai tem muitos artistas para representar o país em um evento de envergadura mundial, mas desde a FIFA optaram por uma artista popular.
"O sucesso internacional incomoda"
"Esse é uma mensagem clara de que às vezes, o sucesso internacional incomoda e não por falta de capacidade, mas porque quebra o paradigma de que apenas uma origem privilegiada garante chegar ao topo", escreveu o marido de Mariela Bogado.
Contudo, para além de defender sua cunhada, a frase final de sua mensagem foi a que terminou gerando mais dúvidas, já que muitos interpretaram que o próprio entorno de Marilina não tem assegurada sua presença no evento. "Assim que chegues ou não a estar lá representando teu país, vos já ganhaste", expressou Eid.
O que aconteceu com seu visto?
Até o momento, a rainha da cumbia não confirmou oficialmente se lhe rejeitaram o visto. Contudo, as especulações cresceram após sair à luz que supostamente em 2024 realizou diversos shows nos Estados Unidos e que, aparentemente, teria entrado com visto de turista em lugar de um visto de trabalho.
Segundo versões que circulam nas redes, esse antecedente seria um dos motivos pelos quais desta vez lhe teria sido rejeitado esse trâmite migratório. Outros meios, em contrapartida, dizem que ainda estariam tentando resolver a situação para que finalmente tenha o visto e possa fazer parte do evento mundialista.
Após a publicação do New York Times, a cantora compatriota optou pelo silêncio total nas redes sociais. Um dado não menor é que, enquanto alguns celebraram que uma artista paraguaia apareça na abertura do Mundial, outros questionaram a situação, pedindo que seja outro artista local o que se apresente. Por enquanto, nem a cantora nem a FIFA fizeram um anúncio oficial sobre sua participação.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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