O drama de Cerro Porteño com os pênaltis
Cerro Porteño voltou a deixar escapar uma oportunidade desde o ponto de pênalti e o problema começa a se converter em uma preocupação para o time azulgrana. No empate 1-1 ante Libertad, pela sétima rodada do Torneio Clausura 2026, Jonatan Torres teve a possibilidade de colocar o Ciclón na frente, mas sua cobrança foi muito bem defendida por Rodrigo Morínigo, que se destacou sob os três paus da Nueva Olla.
O dado preocupa porque já é o terceiro pênalti desperdiçado por Cerro Porteño no que vai do campeonato. A primeira oportunidade perdida se produziu na quarta rodada, quando Pablo Vegetti não pôde converter desde os doze passos ante Sportivo Ameliano, em Villeta. O atacante argentino teve a possibilidade de empatar aquela partida, mas não conseguiu vencer o goleiro rival.
A situação voltou a se repetir na quinta jornada, desta vez na Nueva Olla e ante Sportivo San Lorenzo. Jonatan Torres foi o encarregado de executar o pênalti, mas sua cobrança não terminou na rede. O atacante voltou a ter uma oportunidade similar frente a Libertad e, novamente, não pôde converter, desta vez se deparando com uma grande intervenção de Morínigo.
Assim, dos três pênaltis que teve Cerro durante o Clausura, nenhum terminou em gol. Um dado que adquire ainda maior peso levando em conta que o time atravessa um momento em que cada oportunidade pode resultar determinante para somar pontos e recuperar protagonismo.
O pênalti falhado por Torres ante Libertad chegou, além disso, em uma tarde especial: foi a estreia de Gustavo Costas em seu segundo ciclo como treinador azulgrana. Cerro terminou empatando 1-1 e, mais além das sensações que deixou a estreia do técnico argentino, voltou a se ir da Nueva Olla com a sensação de ter deixado escapar uma ocasião importante.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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