No que vai do ano foram realizados 92 transplantes graças a doações
Outra oportunidade. Muitas pessoas aguardam o momento em que um doador anônimo ou sua família signifique um novo começo em suas vidas ao receber o órgão que muitas vezes representa sua sobrevivência.
Por isso a doação de órgãos resulta em um gesto altruísta, convertendo-se no maior ato de generosidade, solidariedade e amor que uma pessoa pode fazer para com os demais, levando esperança ao paciente e também à família que está com ele.
Desde o Ministério da Saúde Pública recordam que esta doação é uma decisão pessoal, por isso é muito importante que familiares e amigos estejam a par, a apoiem e respeitem.
No que vai de 2026, a pasta sanitária detalha que foram concretizados 92 transplantes. Entre as intervenções foram realizadas 45 de córneas, 25 de rim, 19 de medula óssea (CPH) e três de coração, incluindo crianças e adultos.
A estatística atualizada do Instituto Nacional de Ablação e Transplante (INAT), dependente do Ministério da Saúde Pública, aponta que há 336 pacientes em lista de espera. O detalhe indica que dessa cifra 176 correspondem a quem aguarda doação de córneas, 152 a rins, quatro a corações e quatro a fígados.
Segundo o INAT, atualmente há maior abertura à doação por parte da população. No entanto, apesar do aumento ainda faz falta incrementar os números, pois a cada dia vão se somando mais pessoas à lista de espera de um órgão.
Além de representar um ato voluntário, a doação de órgãos conta com seu marco legal no Paraguai. Está respaldada na Lei Anita 6.170/18, a qual indica que toda pessoa maior de 18 anos é considerada doadora de órgãos posterior ao seu falecimento exceto sua manifestação de oposição em vida a tal ato.
O desejo de ser doador pode ser expresso através de um formulário online no endereço eletrônico www.inat.mspbs.gov.py ou ao realizar o processo de renovação da cédula de identidade. Toda pessoa viva, ou depois de seu falecimento, independentemente da idade nem do sexo, pode ser doadora de órgãos, tecidos e células.
Se uma pessoa não está interessada em ser doadora, deve manifestá-lo ao Instituto Nacional de Ablação e Transplante (INAT) via Web ou presencialmente e ao Departamento de Identificações da Polícia Nacional.
O processo de doação e transplante inclui a participação ativa e consciente de autoridades sanitárias, políticas, civis, eclesiais e da cidadania em geral em concordância com as normativas e acordos internacionais, pontuam desde o MSP.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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