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Política

Não conseguem consenso sobre aposentadoria vip nem na iniciativa modificada de proteção a jornalistas

28/04/2026 02:00 3 min lectura 64 visualizações
No logran consenso sobre jubilación vip ni en la iniciativa modificada de protección a periodistas

O senador Derlis Maidana informou que a Comissão de Legislação não conseguiu unanimidade no estudo do projeto sobre a Caixa Parlamentar, especialmente no referente à idade e aos anos de contribuição para a aposentadoria, por isso a definição ficará nas mãos do plenário.

Explicou que o parecer da maioria propõe a aposentadoria ordinária aos 60 anos com 180 meses de contribuição, enquanto a minoria propõe manter a mesma idade, mas com 240 meses.

"Por um lado, com a proposta da aposentadoria ordinária com 60 anos de idade e um mínimo de 180 meses de contribuição, esteve de acordo quem lhes fala, o senador Patrick Kemper, Carlos Núñez e o senador Galaverna. O parecer da minoria fala de 60 anos e um mínimo de 240 meses de contribuições do senador Luis Pettengill", explicou.

Quanto à aposentadoria extraordinária, a maioria sugere 55 anos com 120 meses de contribuição, diante da postura minoritária de 60 anos e 180 meses. "Por exemplo, os docentes têm aposentadoria extraordinária aos 55 anos", indicou.

Em outro ponto, indicou que o projeto de lei de proteção a jornalistas foi aprovado com modificações, optando por um esquema no qual a implementação fique a cargo de uma direção dependente do Ministério do Interior, deixando de lado o mecanismo original mais amplo que incluía os defensores de direitos humanos por recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

"Alguns delitos são de ação penal privada, mas quando se trata contra jornalistas vão ser de ação penal pública", indicou.

Da mesma forma, assinalou que se recomendou a rejeição do projeto original que contemplava também defensores de direitos humanos, priorizando a versão modificada apresentada por legisladores oficialistas.

Maidana defendeu a decisão ao sustentar que o Ministério do Interior, junto com a Polícia Nacional, conta com a estrutura e os recursos necessários para aplicar a normativa, e que sua eficácia dependerá da vontade política do Poder Executivo.

Também precisou que é inviável estabelecer um mecanismo como propõe o projeto original. "Talvez nunca contemos com os recursos necessários para equipar adequadamente esse sistema. Em troca, o Ministério do Interior e sua dependência operativa, a Polícia Nacional, sim dispõem de todos os meios necessários", alegou.

"Considero que a aplicação desta lei dependerá principalmente da vontade política do presidente da República, caso o Congresso a sancione, para promulgá-la e dar as instruções correspondentes a fim de implementá-la rapidamente. O espírito da comissão, é claro, é acompanhar para que os trabalhadores de imprensa contem com uma lei que os proteja", indicou Maidana.

O senador Maidana indicou que o parecer da maioria é pela aprovação com modificações do projeto de regulamentação do artigo 189 da Constituição Nacional para habilitar senadores vitalicios a ocupar outros cargos eletivos, e o parecer da minoria é pela rejeição.

Fez referência à postura dos que estão contra e consideram que se deve respeitar o que indica a Constituição Nacional, de que os presidentes da República eleitos em votação popular e que não tenham sido submetidos a julgamento político e considerados culpados serão senadores vitalícios. "A critério deles, não há aqui uma questão de interpretação, senão diretamente serão senadores vitalicios", completou.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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