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Educação

Mobilização docente terá 28 pontos de concentração em todo o país

16/09/2026 04:45 2 min lectura 291 visualizações

A mobilização, segundo o cronograma da intersectorial de educação, terá 28 pontos de concentração em todo o país, de acordo com a convocatória: um principal para Asunción, Central e Baixo Chaco, e outros 27 distribuídos nos departamentos do interior.

As organizações docentes estabeleceram pontos em Concepción, San Pedro, Cordillera, Guairá, Caaguazú, Caazapá, Itapúa, Misiones, Paraguarí, Alto Paraná, Ñeembucú, Amambay, Canindeyú e Presidente Hayes.

Em Asunción, a concentração será a partir das 08:00 na Plaza Batallón 40, localizada sobre Mcal. Estigarribia e Eligio Ayala. A convocatória reúne docentes da Capital, Central e Baixo Chaco, que posteriormente marcharão até o Ministério da Economia e Finanças (MEF), sobre Mariscal López.

"Nós reivindicamos 8%", afirmou Gabriel Espínola da OTEP-Auténtica, que explicou que a reivindicação contempla o 5% concedido como ajuste ao salário mínimo do setor privado e um 3% adicional para compensar o incremento da contribuição dos trabalhadores à Caixa Fiscal, que passou de 16% para 19%, conforme precisou em NPY.

O dirigente docente também apontou como parte das reivindicações a cobertura do déficit de crescimento vegetativo, que afeta 966 instituições do terceiro ciclo e do ensino médio, além de aproximadamente 76.000 horas aula. A isso se soma a necessidade de contratar psicólogos, psicopedagogos e terapeutas para garantir a aplicação da educação inclusiva.

Espínola questionou que os recursos previstos para o crescimento vegetativo tenham diminuído no projeto de Orçamento encaminhado ao Congresso. Segundo explicou, o montante inicialmente previsto de G. 75.000 milhões foi reduzido para G. 19.000 milhões, enquanto que a reivindicação docente busca que esses recursos sejam restituídos por meio de uma adenda.

Os docentes também reivindicam que a gratuidade educacional contemple a manutenção e reparo das instituições sem transferir esses custos às famílias. "Tudo isto esperamos que seja incorporado em uma adenda", sustentou Espínola.

Na semana passada, os sindicatos estiveram na expectativa de serem convocados pelo Governo após comunicar a medida, mas não tiveram retorno. Amanhã estão convocados para uma reunião no MEC às 11:00 para tratar do tema.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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