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Esportes

Messi, o adeus agridoce de um jogador incomparável

20/07/2026 01:45 2 min lectura 28 visualizações

Não houve lágrimas, mas sim o desejo de lembrar cada momento, de levantar o ânimo daquela geração de jogadores que o acompanhou em seu adeus.

Com menos brilho do que o esperado depois de ter sido protagonista durante muitas semanas, Leo Messi encerrou 20 anos de participações no torneio mais importante, aquele que o obcecou durante mais de três décadas. A cada quatro anos, no dia 24 de junho, apagava velas e pedia o mesmo desejo que finalmente se cumpriu no Qatar.

Por isso, o 10 sentiu-se liberado na Copa do Mundo norte-americana, na qual deixou seus melhores números, que finalmente não lhe foram suficientes para conquistar a Bola de Ouro, nem ser o maior artilheiro histórico pela fome insaciável de Kylian Mbappé, aos números confortam este atleta, após ser criticado por seu desempenho contra a Espanha.

O melhor Messi apareceu quando deixou de ser um jogador atormentado, criticado em seu próprio país, que não entendia como não conseguia transferir para a seleção os sucessos conquistados, principalmente no Barcelona.

Messi sofreu durante quatro Mundiais, com todo tipo de elencos; o anterior à sua geração (Riquelme, Verón, Sorín...), ou a sua (Agüero, Mascherano, Di María) e com todo tipo de técnicos, tácticos (Sampaoli) ou lendas (Maradona).

Até que chegou Lionel Scaloni e o cercou com um grupo de jogadores dispostos a dar a vida por seu capitão, um time de leais, que não apenas admiravam o jogador, mas se sentiram representados pela pessoa.

Com essa premissa conquistaram a taça no Qatar e se rebelaram diante de situações críticas no torneio de 2026. A Argentina esteve várias vezes eliminada e foi resgatada pela convicção de um elenco que não estava disposto a que o 10 disputasse sua última partida antes do tempo.

Assim chegou a uma final, na qual teve uma despedida que não esteve de acordo com sua trajetória. Superada a Argentina em todos os momentos, a Albiceleste caiu na prorrogação. Para quando apareceu o capitão, a campeã já não tinha gasolina. Messi se vai triste mas deixa um legado difícil de superar; mais Mundiais, mais minutos, mais partidas... a obra de um jogador inigualável. EFE

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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