MEC adverte sobre atrasos em trâmites de títulos acadêmicos
Segundo o comunicado, o processo inclui "maiores controles, passos de verificação e revisões a cada trâmite", especialmente naqueles que requerem a apresentação, verificação ou validação de títulos. Entre estes procedimentos encontram-se a Matrícula do Educador Profissional, o Escalafão do Educador e a Certificação Documental.
O Ministério da Educação e Ciências (MEC) explicou que as medidas se desenvolvem junto com auditorias e controles internos, além de trabalhos coordenados com o Ministério Público e a Controladoria Geral da República.
Estas intervenções, apontou, foram solicitadas pela própria instituição para contribuir "ao esclarecimento dos fatos conhecidos publicamente" e fortalecer a transparência e segurança dos procedimentos.
A pasta educativa sustentou que as revisões buscam proteger quem obteve legitimamente seus títulos e evitar que devam competir em desigualdade de condições com documentações que não cumpram os requisitos acadêmicos e legais.
"Os equipes técnicas encontram-se trabalhando para cumprir cada uma das revisões necessárias no menor tempo possível, sem comprometer o rigor e a segurança que estes trâmites requerem", afirmou o MEC.
O Ministério Público investiga sobre a participação de funcionários do MEC que modificaram, inscreveram e registraram os 524 títulos falsos desde o ano 2000 até 2019. Estes eram registrados de maneira irregular em apenas horas ou em um único dia, sendo que o processo leva mais de um mês de gestão. Trata-se de títulos que uma universidade negou ter outorgado.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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