Mario Abdo nega a unidade, enquanto lideranças clamam pelo abraço republicano
Ex-presidente do Paraguai se recusa a participar da união dentro do Partido Colorado
O ex-presidente da República Mario Abdo Benítez, uma vez mais demonstrou suas nulas intenções de obter a unidade na Associação Nacional Republicana (ANR), ao sinalizar que não lhe interessa o abraço republicano, o que significa a união entre os colorados. Enquanto isso, outros líderes chamaram a trabalhar juntos desde as primeiras horas da votação.
"Eu não vou me abraçar com quem eu tenho… além do mais não é necessário, eu já estou aposentado", começou dizendo o ex-mandatário em conversa com meios de comunicação, alegando que ele deve demonstrar coerência e evitar se juntar com a gente de quem falou em campanha.
"Eu não tenho inimizade com ninguém, o que acontece é que eu acredito que o coloradismo tem que construir sempre um projeto coerente e dizer tudo em campanha e depois nos vermos juntos em um palco, é como se a gente também te questionasse, onde está a tua coerência?", acrescentou, entre outras coisas.
Afirmou, além disso, que se trabalhar pelo partido o fará separado. "Eu não quero estar sentadinho ao lado deles", afirmou quando consultado sobre o movimento Honor Colorado, o mais importante na atualidade na ANR.
Lideranças fixaram postura de unidade
Referentes do Partido Colorado fixaram postura sobre a unidade que deve imperar na nucleação política. Entre eles Horacio Cartes, Santiago Peña, Pedro Alliana, Camilo Pérez e até Arnaldo Samaniego chamaram à concordia dentro da nucleação política.
Desta forma, Abdo novamente demonstra que está remando contra a corrente ante as vozes que clamam por um partido unido diante dos próximos desafios eleitorais, as municipais e as gerais de 2028.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.