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Política

Honor Colorado acusa a dissidência de querer postergar eleições

19/05/2026 11:15 3 min lectura 0 visualizações
Honor Colorado acusa a la disidencia de querer postergar elecciones

O pronunciamento surge após as apresentações realizadas perante o TEP da ANR e dos questionamentos realizados por dirigentes de setores internos — entre eles a senadora colorado dissidente Lilian Samaniego —, que expressaram dúvidas sobre o sistema de votação eletrônica e solicitaram controles técnicos adicionais.

O setor liderado por Horacio Cartes, que é também presidente do Partido Colorado, menciona que "a conformação das estruturas e estamentos partidários responde a um critério de pluralidade e representação dos distintos setores internos".

Acrescenta que os prazos e termos do processo eleitoral são peremptórios e improrrogáveis. "Em consequência, corresponde a cada setor político velar pelo cumprimento do cronograma eleitoral estabelecido pelo Tribunal Electoral Partidário (TEP) e pelo Tribunal Superior de Justiça Electoral (TSJE), exercendo seus direitos em tempo e forma", assinala.

Garantem que a apresentação realizada por procuradores de movimentos da dissidência, para solicitar uma auditoria das máquinas de votação, foi feita de maneira extemporânea. Ao mesmo tempo, afirmam que a dissidência pede postergar as eleições.

"Não acompanhamos a postergação do cronograma eleitoral, considerando que nos encontramos a menos de três semanas das eleições internas, situação em que o Partido Colorado não pode permitir pela irresponsabilidade de alguns setores", expressa o comunicado.

O movimento assinala que uma eventual suspensão poderia colocar em risco a realização do pleito previsto para o próximo 7 de junho.

Não obstante, esclarecem que sim acompanharão qualquer eventual decisão das autoridades eleitorais sobre a realização de uma nova auditoria técnica das máquinas de votação, ainda que considerem que a solicitação foi apresentada fora do prazo. "Não obstante, e ainda quando a solicitação tenha sido apresentada fora da etapa processual correspondente, acompanharemos qualquer eventual decisão que adotem o TEP e o TSJE a respeito da realização de uma nova auditoria das máquinas de votação", manifestam.

Destacaram que o sistema de votação eletrônica já foi utilizado nas eleições internas e municipais de 2021, nas internas partidárias de 2022 e nas eleições gerais de 2023, "processos mediante os quais os próprios dirigentes que hoje questionam o sistema acessaram legitimamente a seus cargos".

O movimento assinalou que a ANR "está acima das pessoas" e afirmou que os dirigentes têm a obrigação de custodiar com responsabilidade sua institucionalidade.

Cabe recordar que a auditoria deveria realizar-se em fevereiro e foi suspensa devido a inconvenientes do TSJE com o aluguel das máquinas de votação. Lilian Samaniego recordou recentemente que não se realizou dito processo e desde o TEP, o titular Santiago Brizuela assinalou que vai solicitar a realização sem afetar ao cronograma eleitoral.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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