Governo confirma libertação de produtor brasileiro sem informações sobre resgate
Confirmação oficial de libertação
O ministro da Defesa, Óscar González, informou em coletiva de imprensa que não dispõe de informações a respeito de pagamentos de resgate pela libertação do produtor brasileiro Almir de Brum.
O titular da Defesa expressou a satisfação do Governo com o resultado obtido, destacando que o produtor se encontra em sua residência sob a proteção de sua família e a segurança das forças de segurança do Estado.
"Queremos informar responsavelmente desde o Governo do Paraguai que efetivamente Almir se encontra livre e está no seio de seu lar", afirmou.
Operativo conjunto de segurança
González ressaltou que todas as forças de segurança desplegadas desde o primeiro momento do sequestro contribuíram para o resultado positivo.
O Governo despregou elementos de operações e inteligência provenientes da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), da Polícia Nacional e das Forças Armadas da Nação na busca.
De acordo com o ministro, o grupo criminoso não teve possibilidade de se mobilizar dentro da reserva onde mantinha retido o produtor.
Monitoramento presidencial do operativo
O presidente da República, Santiago Peña, monitorou permanentemente todos os trabalhos de busca e ordenou que todos os elementos de segurança estivessem a serviço da localização do sequestrado.
González qualificou a libertação como "um êxito e um motivo de alegria" para o Governo, expressando que o objetivo principal de assegurar o retorno com vida do produtor foi cumprido.
Estado de saúde do libertado
O ministro informou que Almir de Brum se encontra em bom estado de saúde e tranquilo, desfrutando da companhia de sua família. O Governo confirmou que recebe os apoios necessários para sua recuperação integral.
Contexto do sequestro
O produtor brasileiro foi sequestrado no sábado 21 de fevereiro enquanto trabalhava em uma colhedora em sua chácara localizada na zona da Reserva Morombí, no Departamento de Canindeyú.
O fato foi atribuído a membros do autodenominado Exército do Povo Paraguaio (EPP) mediante documentos deixados no local do sequestro.
González indicou que existem elementos de rastreabilidade que não podem ser divulgados publicamente porque as operações continuam em curso.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.