Gasto social aumenta 14%, mas prioridade se mantém em 54%
O Ministério da Economia e Finanças (MEF) divulgou seu relatório de Gasto Social da Administração Central, referente ao mês de maio de 2026, no qual aponta que o Governo já destinou aproximadamente G. 15,8 bilhões ou cerca de USD 2.556,6 milhões para cobrir os programas e projetos sociais.
O relatório indica que se trata de um crescimento acumulado de 14% ou de G. 1,9 bilhões (USD 306,4 milhões) a mais em comparação com o acumulado a maio do exercício anterior, impulsionado principalmente pelo aumento no gasto no setor de Saúde, cujo crescimento foi de 16%.
Segundo o MEF, este gasto esteve focado em "assegurar a prestação dos serviços essenciais" e "orientado estrategicamente a garantir a continuidade e sustentabilidade dos serviços sanitários para a população".
Nesse sentido, afirma que os recursos foram destinados prioritariamente à contratação do pessoal de saúde, além de assegurar o fornecimento de produtos farmacêuticos e medicinais.
O setor de Educação, por sua vez, registrou um incremento de 15% no investimento social, e os recursos foram destinados à prestação de serviços educacionais em seus diferentes níveis e à cobertura alimentar dos estudantes através do programa Fome Zero em Nossas Escolas.
Embora tenha se registrado esse incremento no investimento social, observa-se que a prioridade nesses setores se mantém nos mesmos níveis que o ano passado e inclusive no nível que já se tinha em 2017.
Nesse sentido, o relatório refere que dos G. 29,1 bilhões executados pela Administração Central ao encerramento do mês de maio, mais da metade foi destinada a programas sociais e a prioridade fiscal se situa em 54%. Isto significa que, a cada G. 100 executados, G. 54 foram destinados aos serviços sociais para a população.
A estrutura do gasto social está conformada em primeiro lugar pelo setor Educação, que tem uma participação de 33%, equivalente a G. 5,2 bilhões, enquanto o setor Saúde representa 26%, com desembolsos de G. 4,1 bilhões. Finalmente, a Promoção e Ação Social e a Segurança Social, ou seja, a Caixa Fiscal, representam 21% e 17%, respectivamente.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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