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Polícia

Fiscal aponta que não há indícios de confrontação em cela segundo investigação

09/09/2026 17:45 2 min lectura 405 visualizações

Investigação avança sem evidência de briga

O fiscal Luis Chamorro, encarregado das investigações sobre o ocorrido com o ex-governador de Central Hugo Javier González, manifestou que os informes recopilados até o momento permitem presumir que não houve confrontação entre as duas pessoas privadas de liberdade que se encontravam na cela durante o incidente.

O fiscal se refere a Hugo Javier e seu companheiro de cela Luis Giménez.

"Não temos nenhum elemento que sustente que tenha havido uma briga. Mais ainda, os informes médicos nos indicam que não existem lesões que sugiram um confronto ou confrontação em nenhum dos dois, nem em Hugo Javier nem em Luis Giménez que estavam na cela", expressou o representante do Ministério Público.

Elementos da investigação

A Promotoria dispõe do circuito fechado de segurança localizado na entrada da cela, assim como das declarações de todos os envolvidos no episódio ocorrido na noite do domingo passado. Até a data, a hipótese com maior sustento é a de uma queda acidental de Hugo Javier, embora o fiscal tenha indicado que as investigações continuam recopilando informação adicional.

"Temos muitos informes pendentes de Itauguá. Atualmente contamos com uma equipe que está recolhendo toda a informação solicitada e que seja relevante, como por exemplo dados sobre a meningite. Há médicos que indicam que a bactéria entrou posterior à queda ou que foi adquirida no hospital, o qual pode provocar quedas", explicou Chamorro.

Análise médica em curso

Uma equipe do Ministério Público se deslocou ao Hospital Nacional de Itauguá para obter informação adicional sobre o estado atual do paciente e sua situação clínica. "Contamos com abundante informação. Não descartamos uma junta médica, mas também devemos concluir o informe de nosso médico forense Pablo Lemir, quem solicitou muita informação que estamos recopilando desde Itauguá", detalhou o fiscal.

Por sua vez, o diretor do Hospital Nacional de Itauguá, Miguel Ferreira, confirmou a presença da equipe fiscal e garantiu que se proporcionaram todos os informes requeridos. "Eles vieram a recolher todos os dados. Nós facilitamos toda a informação: como está o paciente, seu quadro clínico e sua evolução", informou.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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