Fher Olvera: Abrir a Copa do Mundo 2026 será um momento "inédito" para Maná e uma mensagem de paz
Com mais de quatro décadas de experiência nos palcos, Fher Olvera assegura que a participação do Maná na inauguração da Copa do Mundo de Futebol 2026 representa um "momento inédito" na trajetória do grupo e espera que este encontro acompanhado por bilhões de pessoas sirva para "promover a paz" diante das guerras e dos conflitos internacionais.
"Vai ser uma produção muito mexicana, muito pré-hispânica (...) com coreografias e coisas brutais. Acredito que nunca se fez um evento assim no México, deste jeito e desta magnitude dentro do campo. Será uma delícia para os mexicanos e para o mundo inteiro", relata Olvera em conversa com a EFE sobre este encontro desportivo que será transmitido para mais de 200 países.
O México será uma das sedes da Copa do Mundo 2026 junto com Estados Unidos e Canadá, e sediará a partida inaugural no próximo 11 de junho no Estádio Cidade do México, onde Maná interpretará uma canção inédita de dois minutos como parte do espetáculo organizado pela FIFA.
"Os 'manás' temos tanta ilusão por um evento deste tamanho em nosso país que é como um sonho. Nos sentimos como se estivéssemos voando", confessa o artista, que integra o elenco convidado pela FIFA, assim como Alejandro Fernández, J. Balvin, Los Ángeles Azules e Belinda.
Como fã de futebol e da Seleção Mexicana, esta não é a primeira vez que Olvera dedica sua música à paixão pelo futebol, pois em 2018 compôs O gladiador mexicano, um hino de apoio para o México durante a Copa do Mundo realizada na Rússia.
Quase dez anos depois, o cantor considera que a Copa do Mundo 2026, que terá como sedes o México, Estados Unidos e Canadá, representa uma oportunidade para "promover a paz através do desporto", porque "ultimamente têm havido muitas guerras", como na Palestina ou o mau trato ao povo ucraniano.
"Não está bem tudo isso, então o futebol reivindica todas essas causas. Aqui há união para uma mesma ideia, uma mesma ideologia de se divertir e curar o coração e o espírito", enfatiza.
A seu juízo, a arte e o desporto são "o mais bonito que existe na cultura planetária", já que integram a humanidade além das nacionalidades e permitem à sociedade se afastar da ideia de que estamos neste mundo apenas "para nos agredirmos".
Em um contexto marcado pela polarização, o guitarrista celebra que a música seja essa ponte para "reivindicar cada vez mais a cultura latina nos Estados Unidos e no mundo".
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.