Expõem provas na penúltima sessão do processo de julgamento político
Em sua intervenção perante o plenário, o deputado Raúl Benítez, outro fiscal acusador, exibiu vídeos — recorrendo à sala técnica — e falou de "esquemas montados" desde o Banco Central do Paraguai (BCP) para favorecer ao ueno bank e outras empresas vinculadas ao Grupo Vázquez. Referiu-se à rota do dinheiro ao expor um presumido circuito milionário do ueno bank.
Segundo a apresentação, o esquema consistia em transferir ações de empresas do grupo a ex-empregados ou ex-diretivos, obter empréstimos milionários do referido banco e posteriormente trasladar esses recursos para outras companhias relacionadas.
"Este é o exemplo de um verdadeiro terrorismo financeiro que foi cometido desde este banco onde o presidente teve todo tipo de vínculos", afirmou. O legislador citou o caso particular da Mowi S.A., que teria recebido aproximadamente USD 56 milhões do ueno bank em cinco operações "e isto o BCP não pôde ver".
Remeter os antecedentes à Justiça
Por sua vez, o deputado Carlos Núñez alegou que Santiago Peña faltou com seu dever e criticou o descumprimento do dever de proteger e prevenir os riscos. Pediu que uma vez que o Congresso conclua com o processo de enjuiciamento os antecedentes sejam remetidos à Justiça.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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