Eu sou campeão em campo
O goleiro saiu em defesa dos que questionam o título conquistado pelo Franjeado. Além disso, falou sobre a Albirroja.
Gastón Olveira foi pilar fundamental novamente para o título conquistado pelo Olimpia neste torneio Apertura, assim como foi no Clausura 2024, quando foi eleito o melhor jogador da temporada.
O goleiro charruá, nacionalizado paraguaio, falou sobre o conquistado neste primeiro semestre e, de passagem, saiu em defesa dos que questionam a legitimidade da consagração franjeada.
"O que dizem do escritório é para menosprezar o grande trabalho que fizemos. Eu sou campeão em campo, e isso ninguém vai me tirar", garantiu, categórico, o goleiro olimpista, à 730 AM.
Em outro momento da conversa, "fiquei contente, principalmente, porque faltava nunca ter ganado o Apertura e mais pelo que foi o ano passado, que foi duro, pessoalmente com muitas lesões, tínhamos que limpar nossa imagem, nos recuperarmos, Olimpia é um clube que precisa disso, que se alimenta disso, porque sua história marca isso".
"Nós tínhamos consciência do ano (2025) que tínhamos feito, até sentimos vergonha desportiva dos resultados desportivos e fomos os primeiros a dar o ok quando nos é colocado o de começar cedo (a pré-temporada), porque fazíamos falta, com treinador novo. Eu passei Natal sozinho aqui com um grupo de amigos. Também foi destacar o planejamento do clube, com o objetivo de fazer uma grande temporada. Sentíamos que o Apertura tinha que ser nosso", ressaltou.
Acrescentou, além disso, que diferente da temporada anterior se consolidou um grupo, com jogadores que adquiriram maior experiência e que ele mais que ninguém o entendeu para fazer valer o seu.
"Considero que já com os anos que levo no clube, a experiência, sou responsável de transmitir, de ordenar o time, é uma carga que me coloco a mim mesmo. Cada um tem sua tarefa a fazer, mas me havia carregado dessa responsabilidade extra".
Finalmente falou sobre o que significa estar na seleção paraguaia e sua relação com Roberto "Gatito" Fernández.
"O mais importante é a seleção, as cores ficam de lado. Eu quando vou colocar a camisa da seleção vou defendê-la a morte, dar o melhor de mim, sem importar as cores. A melhor prova a fizemos e tivemos com Gatito (Fernández). Ele joga em Cerro, eu em Olimpia, e quando estivemos na seleção nunca falamos de nossos times", concluiu.
NOGUÉS E O QUE VEM POR AÍ
Rodrigo "Coto" Nogués, presidente franjeado, ampliou seus comentários de domingo e ratificou que o conquistado é fruto do grande esforço de todos. Também falou sobre a frase de "campeão de escritório", que muitos torcedores cerreristas viralizaram.
"Faz parte do folclore, é o mais lindo do futebol. Mas sabemos que este título é mais que merecido e os números falam por si só", mencionou à 1020 AM.
Em relação ao trabalho desenvolvido por Vitamina Sánchez à frente do time, acrescentou: "Era o indicado para manejar o carro que lhe demos, mas atrás de tudo isso há um grande time".
Nogués ratificou enfaticamente que o título conquistado é apenas o começo de algo maior, deixando a entender que potencializará o time para objetivos desportivos mais importantes.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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