"Estamos criando uma bomba atômica": coach do TikTok critica criação respeitosa
Conselheira paraguaia questiona método educacional após experiência em café
A Chuchi Coach, conhecida por compartilhar conselhos no TikTok, chamou à reflexão sobre a "criação respeitosa". A conselheira paraguaia indicou que as crianças que recebem este tipo de educação se tornam uma "bomba atômica emocional" e que poderiam ser futuros agressores, ingovernáveis e possíveis "sociopatas".
"A mal chamada criação respeitosa, uma afronta social. Ontem tive uma experiência traumática, gente", detalhou a conselheira. A coach paraguaia compartilhou no TikTok uma experiência em um café onde viu uma criança de 4 ou 5 anos jogar o celular de sua mãe no chão e depois dar um tapa nela.
Chuchi tomou este caso e criticou que a mãe não corrigiu a criança e apenas devolveu o celular para acalmá-la. A profissional de aconselhamento classificou isso como "criação respeitosa mal entendida" e sustentou que a falta de limites, o excesso de telas e ceder aos birras está criando crianças frágeis, ingovernáveis e sem tolerância à frustração.
Ontem vi uma criança dar um tapa em sua mãe por um celular e ela, em vez de corrigi-la, o entregou! 🤦♀️ Estamos criando uma bomba atômica emocional em casa. Se não consegues com uma de 5, o que esperas dos 15? Não é ódio às crianças, é amor à educação.
"Não consegues controlar uma criança de 5 anos"
Chuchi advertiu que estas crianças serão adolescentes incontroláveis e que a sociedade já vê consequências como internações psiquiátricas por crises ao tirar o celular. A compatriota pediu aos pais recuperar a autoridade, rotinas e tempo de qualidade sem telas.
Ela afirmou que o uso excessivo de telas gera irritabilidade, dependência emocional e vício. E agora as crianças estão acordadas até as 2 ou 3 da manhã com o celular. "Se não consegues controlar uma criança de 5 anos, o que te faz pensar que vais controlar uma adolescente de 15?", sublinhou.
Chuchi em sua reflexão menciona que cada vez mais crianças terminam internadas em centros psiquiátricos por crises de abstinência ao tirar o celular. E para encerrar sua reflexão pediu recuperar o controle familiar, não justificar birras pela idade e educar, porque uma criança mal-educada traz conflitos ao lar e à sociedade.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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