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Saúde

Enfermeiras farão seus reclamos serem ouvidos em Ingavi com caceroladas e correntes

01/07/2026 23:30 2 min lectura 11 visualizações
Enfermeras harán escuchar sus reclamos en Ingavi a fuerza de cacerolazos y encadenadas

Situação sem solução. Ao não encontrar uma resposta favorável ao pedido de melhorias salariais, as enfermeiras do Instituto de Previsão Social (IPS) iniciam nesta quinta-feira sua medida de força frente ao Hospital de Especialidades Cirúrgicas Ingavi.

O protesto será realizado com caceroladas, cartazes e até com a intenção de se acorrentarem às grades do centro de atendimento. Marina Ayala, Secretária-Geral do Sindicato Autêntico de Defesa do IPS, detalhou que a convocatória é a partir das 6h00.

A mobilização iniciaria por volta das 7h00. Em caso de chuva forte, ficará suspensa e deverá ser reprogramada para outra data. Nesta sexta-feira também estará ocorrendo outra manifestação no Hospital Central do IPS.

Detalhou que cerca de 4.300 de suas colegas que estão sob o regime de contrato nem sequer estão recebendo o salário mínimo.

Também solicitam a desprecarização de cerca de 11.000 trabalhadores contratados, já que a maioria deles está nesse tipo de vínculo há uma década.

A referente sindical apontou que estão em emergência salarial. Mencionou que vêm realizando a solicitação às autoridades do IPS para mudar essa situação, sem que até agora recebam uma resposta positiva.

Pedimos ao Presidente instalar uma mesa de trabalho para que possamos ver a realidade também da instituição e qual proposta eles têm para esses reclamos. Mas isso ainda não se concretiza.

A sindicalista questionou também que o IPS disponha de USD 120 milhões e nem mesmo possa utilizar 5% desse dinheiro.

Mencionou também que além da precariedade salarial, devem enfrentar a falta de insumos e medicamentos, o que repercute na deficiência dos serviços aos segurados.

Eduardo Ojeda, que presta assessoria ao sindicato, comentou que realizaram uma proposta salarial ao doutor Isaías Fretes nas 72 horas após sua posse.

Segundo contou, durante o mandato do ex-presidente Jorge Brítez foi enviado um pedido ao parlamento de G. 155.000 milhões para abordar a desprecarização. No entanto, esse projeto foi rejeitado. Ojeda mencionou que com esse montante estaria se solucionando em grande parte o reclamo.

Acrescentou que a emergência salarial para melhorar os pagamentos que recebe o pessoal deveria entrar em vigor já a partir deste ano e também no próximo.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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