Diante de casos de ébola, no Paraguai reforçam vigilância sanitária
Barreira necessária. Diante da declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) emitida pela OMS, desde a Direção Vigilância da Saúde fortalecem ações de vigilância sanitária em todos os pontos de entrada do país.
As medidas implementadas têm caráter preventivo e formam parte do fortalecimento contínuo da vigilância epidemiológica. Consideram além disso que é fundamental a colaboração do viajero que ingresse no país para a proteção de todos.
Também aponta à preparação sanitária nacional, com o objetivo de proteger a saúde da população e garantir uma resposta oportuna ante eventos de saúde pública de importância internacional, indicam desde Vigilância.
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A dependência do MSP indica que todo viajero que retorna desde zona de risco, como a República Democrática do Congo e Uganda, tem que realizar a notificação da data e os detalhes de sua viagem antecipadamente.
Dita notificação deve realizar-se à Direção de Controle de Fronteiras ao correio eletrônico cspe.dgvs@gmail.com. Este processo é com a finalidade de realizar a coordenação e monitoramento do estado de saúde no momento de sua chegada.
Também deve realizar um automonitoramento durante os seguintes 21 dias posteriores a sua saída da área de risco. No caso de aparição e desenvolvimento de sintomas, comunicá-lo aos correios eletrônicos dgvs.sala@gmail.com e cspe.dgvs@gmail.com.
Desde a Direção Geral de Vigilância da Saúde indicam que atualmente não foram registrados casos confirmados de Ébola no Paraguai. Indicam além disso que a situação atual é sumamente dinâmica e que os dados irão atualizando-se de maneira contínua.
Febre, dor de cabeça, dor corporal, fraqueza, diarreia, vômitos e sangramentos são sintomas característicos que permitem suspeitar de estar infectado de ébola.
O vírus do ébola pertence à família Filoviridae identificando-se seis espécies, das quais três são responsáveis da grande maioria dos surtos em humanos: o vírus Ébola zaire, o vírus Sudão e o vírus Bundibugyo, este último que corresponde ao surto atual.
O risco de introdução e propagação do vírus aumenta na população mediante o contato direto com pacientes sintomáticos e seus fluidos corporais, entornos hospitalares ou laboratórios e através do manejo de cadáveres em ritos funerários e o contato com animais silvestres, explicam desde Vigilância da Saúde.
Segundo a situação epidemiológica atual, a avaliação de risco global realizada pela OMS mantém o risco como «alto» a nível nacional e regional (África), e «baixo» a nível global, embora se avalie elevar o risco regional para África a «muito alto».
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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