Companheiro de cela de Hugo Javier ratificou sua versão sobre a queda
Luis Giménez, companheiro de cela do ex-governador de Central Hugo Javier González, prestou depoimento ante o fiscal Luis Chamorro, onde relatou o ocorrido na noite de domingo, 6 de setembro passado.
De acordo com as imagens de circuito fechado, ninguém ingressou na cela, e Giménez foi a última pessoa que teve contato com Hugo Javier naquela noite.
O agente fiscal que investiga a causa forneceu detalhes aos meios de imprensa após tomar o depoimento. Apontou que Giménez mantém a teoria de que se tratou de uma queda, já que, segundo seu relato, ouviu um forte ruído e depois o viu, razão pela qual sua versão dos fatos gira principalmente em torno dessa hipótese.
Chamorro ratificou que estão sendo analisados todos os elementos e os depoimentos até agora recolhidos sobre os fatos.
"Essa informação (de hematomas em outras partes do corpo) nós a corroboramos com todos os demais depoimentos e vamos verificando igualmente, e fazer uma análise integral de tudo, mas sim sua declaração é coerente com uma hipótese de queda como consequência de um evento médico e que provoca essas lesões e que está fundamentada finalmente em todos os demais depoimentos e elementos de provas", detalhou.
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O fiscal apontou que Giménez confirmou que "Hugo Javier estava com um quadro gripal, que os dois estavam com um quadro gripal, que deitaram-se às 21h30, e que depois às 23h ele ouve um ruído, e é aí onde o encontra no banheiro, aí faz a chamada de auxílio, e depois aparecem todos os demais testemunhas que temos até agora, mais ou menos são 20 pessoas que já depuseram, e ainda vão depor mais".
Esclareceu também que não se descarta nenhuma das linhas da investigação, que até agora são duas, a queda acidental ou que tenha sofrido um ataque, mas que todas as vertentes estão sendo analisadas.
"Não descartamos tampouco uma hipótese de agressão, principalmente pela multiplicidade das lesões e pela gravidade das lesões, é por isso que nossa investigação sempre vai encaminhada para essas duas hipóteses principais, a hipótese da queda que tem sustentação nos depoimentos de Luis Giménez que viu depois de cair e que é a testemunha principal que temos, que é seu companheiro de cela e que esteve nesse momento", apontou.
Antecipou que para amanhã terça-feira está previsto os depoimentos dos médicos que foram os primeiros que viram o paciente, derivado da Unidade Penitenciária Industrial Esperança (UPIE), para conhecer os primeiros diagnósticos. "Temos as duas hipóteses, não temos ainda a conclusão médica definitiva", sentenciou.
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Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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