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Política

Cartismo no Senado ratifica seu controle no JEM e CM

Votação aprova continuidade de Mario Varela e entrada de Pedro Pipo Díaz Verón

01/07/2026 17:00 3 min lectura 7 visualizações
Cartismo en el Senado ratifica su copamiento en el JEM y CM

O Senado designou seus representantes tanto no Jurado de Enjuiciamiento de Magistrados (JEM) quanto no Conselho da Magistratura (CM). Durante a sessão ordinária desta quarta-feira, prevaleceu o voto mocionado pela bancada cartista a favor da continuidade no JEM do senador Mario Varela e, como novo membro, o nome do senador Pedro Pipo Díaz Verón, em substituição a Derlis Maidana.

Os nomes foram mocionados por parte do líder da bancada de Honor Colorado, Natalicio Chase, quem expressou seu apoio em nome do oficialismo ao seu colega de bancada Pipo Díaz Verón e à continuidade do senador Mario Varela como membros do JEM.

Com relação ao primeiro, de maneira sucinta, disse que conta com as acreditações correspondentes para ocupar o cargo, como a de ser advogado, neste caso formado pela Universidade Nacional de Assunção (UNA).

Já se manejava que Díaz Verón seria a ficha do cartismo no órgão que julga fiscais e juízes, em substituição a Maidana, quem agradeceu aos senadores a confiança que expressaram durante o tempo que esteve como membro titular. De fato, Maidana foi também eleito como membro suplente do órgão.

Por sua parte, a oposição mocionou os nomes dos senadores Rubén Velázquez e Celeste Amarilla para que fossem designados em representação do Senado no JEM.

Disse que ambos contam com solvência intelectual e uma trajetória política comprovada para estar à frente dessa instituição.

Tal defesa não foi suficiente dado que, ao momento de votar e prévia encerramento do debate solicitado pelo senador cartista Natalicio Chase, 30 foram os votos que se inclinaram pela moção oficialista à qual também se aderiram vários membros da dissidência como também cinco senadores liberocartista. A moção opositora logrou apenas 13 votos.

Sin embargo, durante o debate da nominação frente aos órgãos extrapoderes, o senador Rafael Filizzola defendeu que o debate não se deveria circunscrever à mera nominação e à apetência de um grupo político de estabelecer domínio do órgão extrapoder, mas que o debate deveria ser mais profundo dado a grave deterioração judicial, indicou.

Apontou que, se bem existem "maçãs podres" entre fiscais e magistrados, são mais os que exercem de maneira honesta e comprometida seu papel, ao tempo de lembrar ao fiscal Marcelo Pecci, vítima de magnicídio.

Enumerou vários casos nos quais a justiça fica exposta e os efeitos que isso ocasiona.

"Mas que investimentos vão querer vir com este tipo de justiça", expressou.

Agregou que "deveria ser uma política de Estado e não que uma bancada resolva tudo". Também elogiou o papel que podem exercer os opositores porque "têm a idoneidade e a capacidade" para exercer o cargo de representação.

Filizzola manifestou que o espírito da criação do órgão extrapoder foi "para superar o unicato da época de Stroessner onde ele elegía os juízes", por isso expressou que deve haver uma mínima pluralidade, sem reparar nas designações que fez o cartismo.

Expressou que o equilíbrio nos dois estamentos, tanto CM quanto JEM, é a garantia para que se designem bons magistrados e que se processem aqueles que incidem em fatos irregulares.

A senadora de Cruzada Nacional Yolanda Paredes sustentou que não é só ao Senado que devem dar respostas os representantes no JEM, que qualificou estão em débito e devem...

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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