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Saúde

Cansados de esperar, sairão para exigir medicamentos ao Governo

23/06/2026 22:45 2 min lectura 20 visualizações
Cansados de esperar, saldrán a reclamar fármacos al Gobierno

Clamor com dor. A Federação Paraguaia de Pacientes com Doenças Raras (Fepper) realizará um apelo ao presidente da República, Santiago Peña, e ao ministro da Economia e Finanças (MEF), Óscar Lovera, clamando pela provisão de medicamentos para seus tratamentos.

O pedido será realizado de forma pública amanhã, a partir das 11:00, em uma coletiva de imprensa, onde exporão a problemática e plantearão a necessidade de garantir o acesso contínuo a medicamentos essenciais, a fim de evitar novas recaídas e perdas de vidas.

Vanesa Florentín, presidenta da Fepper, mencionou que a falta de fármacos não é apenas do Ministério da Saúde Pública (MSP), mas também do Instituto de Previsão Social (IPS).

Revelou ainda que a provisão vem sendo realizada em poucas quantidades.

Nota relacionada: Pacientes com doenças raras exigem clareza sobre pré-admissão

"Não alcança a todos os pacientes, somente aos primeiros que chegam e isso está causando o deterioro na estabilidade da saúde que tinham muitos de nossos companheiros com patologias raras, já que são patologias crônicas que devem ser medicadas por toda a vida", contou.

Solicitarão que tanto Peña como Lovera os recebam para saber exatamente o que farão com a falta de provisão para esses pacientes com essas patologias.

"Nós precisamos que nos deem uma resposta imediata no que corresponde à medicação, em boa quantidade para todos os pacientes, não como estão fazendo, por pouquinho cada dia", enfatizou.

Questionou também que para o exterior se vende uma imagem do país muito diferente do que ocorre, já que os habitantes devem suportar carências de fármacos.

"O senhor (Peña) não pode estar vendendo uma qualidade de vida que no Paraguai não existe, porque à custa dos pacientes está sendo vendida uma imagem de um Paraguai progressista, seguro e que vai para frente. Porém, aqui os que habitamos o território nacional sabemos que não há medicação, estamos zero em segurança e trabalho também não há", expressou.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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