Banco Mundial inaugura nova oficina de representação em Assunção
Instituição marca 75 anos de cooperação com Paraguay e lança novo marco de aliança estratégica
O Grupo Banco Mundial inaugura uma nova oficina de representação conjunta em Assunção, no marco de uma nova etapa de cooperação e da celebração dos 75 anos de aliança com Paraguay.
A vicepresidenta do Banco Mundial para América Latina e o Caribe, Susana Cordeiro Guerra, visitará o país para participar do ato de abertura da nova sede.
Esta visita coincide com o 75º aniversário desde a primeira operação entre o Grupo Banco Mundial e Paraguay, assim como com a entrada em vigor do novo Marco de Aliança País (CPF) FY2027-2034, aprovado pela diretoria em 23 de julho de 2026.
A inauguração enquadra-se na estratégia de fortalecer a presença nos países aos quais serve o Grupo Banco Mundial, localizando-se no eixo financeiro de Assunção.
Espaço de colaboração e inovação
O novo espaço foi projetado para a colaboração e a inovação, permitindo à instituição responder com maior rapidez às prioridades do Governo e do setor privado. Esta medida representa um sinal concreto do compromisso do Grupo Banco Mundial a longo prazo com o país.
A inauguração coincide com a designação de Boris Weber como Representante Residente do Grupo Banco Mundial em Paraguay. Weber liderará a nova oficina e será responsável por aprofundar a aliança com o país.
Histórico de cooperação
A primeira operação financiada pelo Banco Mundial em Paraguay data de 1951, correspondendo a um projeto agrícola destinado a aumentar a produção. Desde então, a aliança tem acompanhado cada etapa do desenvolvimento do país.
Novo Marco de Aliança País
O Marco de Aliança País (CPF) está estruturado em torno de dois pilares estratégicos: o fortalecimento dos fatores facilitadores fundamentais, como infraestrutura e capital humano, e a mobilização de investimento privado em escala, com o objetivo de desbloquear um novo motor de crescimento para a economia paraguaia.
Pela primeira vez, o marco vai além do financiamento público para atrair capital privado, gerar empregos formais de maior valor agregado e aprofundar os mercados financeiros que sustentam as empresas paraguaias.
A estratégia baseia-se em que cada dólar de investimento público foi projetado para mobilizar muitos mais do setor privado, criando as condições para que o capital flua em direção a atividades mais produtivas e melhor remuneradas.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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