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Paraguai

Asunción: Municipalidade adeuda aluguel, cortam luz e água e enfrenta pedido de despejo

19/06/2026 17:00 2 min lectura 15 visualizações
Asunción: Municipalidad adeuda alquiler, le cortan la luz y el agua y afronta pedido de desalojo

Segundo as faturas que a família proprietária possui, apenas pelos serviços básicos é adeudada a quantia de G. 21.934.300, montante que se calcula após um ano sem pagamento por parte da Municipalidade. A isto se soma uma dívida por 16 meses de aluguel do imóvel.

"Faz um ano que eles não pagam. E nós, como proprietários, a conta vem em nosso nome e eles claramente reconectam e reconectam. A gente não sabe como eles têm luz nem como têm água. Obviamente é por contato", disse Silvana Cabrera, integrante da família que exige o pagamento do aluguel.

Ela contou que com o objetivo de solicitar a regularização, a família recorre à Municipalidade desde dezembro do ano passado, apresentando notas, participando em reuniões e entregando documentações. "Eles nos pedem milhares de papéis para nos pagar e até agora inventam documentos para não nos pagar", afirmou Cabrera.

Apontou, por outro lado, que a casa está "completamente destruída e arruinada", e que a Municipalidade "não quer se responsabilizar pelo reparo, além de tudo o que deve".

Entre os danos, descreveu paredes muito deterioradas e móveis furados, além da presença de resíduos em lugares inadequados.

A Municipalidade aceitou pagar G. 11 milhões ao mês pelo aluguel do local, precisou Cabrera. A dívida de G. 191 milhões que a família reclama é uma quantia que se acumula desde fevereiro de 2025, quando a administração municipal estava sob comando de Óscar Nenecho Rodríguez.

Atualmente, quem deve encarar os pagamentos, que continuam sem ser desembolsados, é o intendente Luis Bello.

"O problema é que minha mãe faleceu, e eles aproveitaram essa situação. A casa estava em nome dela, mas já antes dela falecer mantinha (a Municipalidade) uma dívida conosco. Já não nos pagavam, e nos pediram que colocássemos a casa em sucessão, e aí o assunto foi se arrastando", acrescentou sobre a situação legal do terreno.

Última Hora buscou se comunicar com o diretor jurídico da Municipalidade, Jorge Sabaté, mas o funcionário não respondeu às consultas.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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