Armindo Torres assume como subcontralor e responde a críticas sobre sua designação
Nova designação na Controladoria Geral
Em sessão extraordinária realizada nesta terça-feira, a Câmara de Deputados designou Armindo Torres como subcontralor geral da República, com 49 votos a favor. O advogado filiado à ANR-HC substituirá Augusto Paiva (PLRA) no cargo, que exercerá a partir de 2 de novembro de 2026 até 1º de novembro de 2031.
Torres atualmente se desempenha como diretor de Declarações Juradas da Controladoria Geral da República (CGR), função que exerceu durante a análise patrimonial de autoridades públicas.
Resposta a questionamentos
O futuro subcontralor saiu ao encontro das críticas de referentes da oposição, que questionaram sua designação. Torres caracterizou essas expressões como opiniões de caráter político, enfatizando que o trabalho realizado em seu papel anterior foi técnico e rigoroso.
"É uma opinião mais que nada política porque tecnicamente eu posso explicar, porque analisamos o período que o presidente da República esteve na função pública. A Controladoria não tem competência para investigar pessoas quando estão ocupando cargos ou funções no setor privado", afirmou em comunicação com a rádio Monumental 1080 AM.
Detalhes do processo de designação
Torres negou que houvesse acordo prévio para seu nombrimento e assegurou que ficou sabendo de sua designação apenas horas antes da confirmação. Explicou que durante seus encontros com legisladores apresentou seu currículo, mas que nunca recebeu garantias a respeito de sua postulação.
"Quando me apresentei perante alguns senadores para apresentar meu currículo, para me fazer conhecer, me diziam que iam conversar com a bancada. A mim nunca me garantiram absolutamente nada", insistiu o agora designado subcontralor.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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