Alarme no IPS: G. 9.000 milhões para sistema antiincêndio que falha
Uma bomba de tempo. Durante a sessão do Conselho de Administração do Instituto de Previsão Social (IPS), surgiu um novo dado que alarmou o Dr. Isaías Fretes. Foi informado que o sistema de detecção e prevenção de incêndios, adquirido recentemente por uma quantia milionária, falhou durante o incêndio ocorrido no Hospital Central no dia 18 de fevereiro de 2026. Tratou-se de um sinistro importante e os alertas não se ativaram.
Diante desta situação, o Conselho havia exigido uma auditoria exaustiva e uma detalhada prestação de contas, e o caso foi socializado ontem durante a sessão.
O IPS destinou mais de G. 9.000 milhões à implementação desse sistema no Hospital Central; entretanto, não cumpriu com seu propósito no momento crítico.
"Se pagaram G. 9.000 milhões por um sistema e não funcionou", referiu o conselheiro José Emilio Argaña Contreras, que acrescentou ter revisado a licitação correspondente e que os alertas não se ativaram no momento do incêndio.
O incêndio afetou os servidores e toda a área de Informática do hospital, uma das mais importantes do país em termos de cobertura, detalharam durante a reunião.
"É grave isso", retrucou o doutor Fretes.
AUDITORIA ELÉTRICA E CAPACITAÇÃO DO PESSOAL
Ante a gravidade dos fatos, o Conselho de Administração resolveu avançar em várias linhas de ação como medida de urgência.
Em primeiro lugar, exigiu que a Direção de Auditoria Interna investigue as causas do incêndio e verifique se o contrato do sistema antiincêndios se encontra vigente, bem como se foram cumpridas as obrigações previstas nesse contrato.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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