A façanha que converteu o Olimpia em rei da América mais uma vez
Já passaram 24 anos do último feito extraordinário do Olimpia no concerto internacional. Um dia como hoje, 31 de julho, mas do ano 2002, a América se ajoelhava aos pés do Decano para saudar o novo rei do continente.
A conquista não seria nada fácil. Na ida, em um estádio Defensores del Chaco repleto, o Decano perdeu por 1-0 com um gol de Aílton Delfino.
Na volta, as coisas não começaram bem para o Olimpia, pois o mesmo Aílton voltou a marcar para o São Caetano. O placar agregado estava 2-0 a favor dos brasileiros.
Não obstante, o Rei das Copas paraguaio, conhecedor dessas disputas, lançou sobre seu rival sua experiência copeira e em apenas dez minutos, de 49' a 59' do segundo tempo, igualou a série com gols do argentino Gastón Córdoba e com um cabeçaio do demolidor Richart Báez.
O resultado mandava a definição da Copa Libertadores para a disputa de pênaltis. E nessa instância, o conjunto de Nery Pumpido não falhou. Julio César Enciso executou seu chute com alma e vida, mais classe teve o remate de Sergio Órteman, igual eficácia no de Rodrigo López, até que Mauro Antonio Caballero bateu o decisivo para a conquista da terceira copa.
Já passaram 24 anos daquela memorável conquista. Em 2013, a glória esteve perto novamente, mas não pôde ser. Não restam dúvidas de que o Olimpia, o único clube do continente que sabe o que é disputar finais da Libertadores em cada década, em algum momento voltará a tocar o céu com as mãos e fará vibrar sua maravilhosa torcida.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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