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Esportes

A 12 anos da histórica final copera de Nacional

06/08/2026 17:15 3 min lectura 19 visualizações

Gustavo Morínigo, treinador paraguaio que levou Nacional à final da Copa Libertadores, conversou nesta quinta-feira com Futebol a lo Grande ao completar mais um aniversário da histórica final que a Academia disputou contra San Lorenzo de Almagro.

O técnico relembrou o que foi aquele jogo disputado no estádio Defensores del Chaco e que marcou um marco, por se tratar do segundo time paraguaio a chegar a essa instância depois de Olimpia.

"Foi um jogo complicado, não foi bom no que diz respeito ao jogo em si. San Lorenzo foi superior, não encontramos os caminhos para marcar a diferença, nos fizeram o primeiro gol e sobre o final pudemos empatar", rememorou Morínigo na 1080 AM.

Depois afirmou que na revanche, disputada no Nuevo Gasómetro, conseguiram fazer um grande encontro, "o melhor que haviam disputado", mas que não se pôde coroar com o triunfo que finalmente ficou nas mãos do local graças ao gol de Néstor Ortigoza desde o ponto penal.

ESPECIAL. Para Morínigo, o que se viveu com Nacional foi algo único e destacou uma particularidade que se viu já desde as quartas de final, quando o estádio Defensores del Chaco exibia uma presença imponente.

"Isso foi especial, porque víamos camisetas de todos os times apoiando. Nos faziam sentir uma seleção e acredito que, de certa forma, merecido, porque esse grupo se comportou com humildade e foi uma demonstração de que sim se pode, com quase zero estrangeiros, se pôde, foi sacrificado. A galera que vinha do interior, esse estádio cheio desde as quartas. A festa inesquecível que fica na memória", acrescentou.

VIGENTE. Segundo o técnico, a proeza de Nacional continua ainda vigente e com o passar dos anos se valoriza ainda mais, já que um time humilde conseguia disputar essas instâncias. Morínigo igualmente expressou seu desejo de que em breve outras instituições possam viver essa experiência.

"Fica para a história. Isso é de todos, é um momento do país não só de Nacional, porque um time humilde demonstrou que se pode com trabalho e capacidade", encerrou.

Nacional e San Lorenzo haviam empatado 1-1 em Sajonia naquela primeira final. Mauro Matos abriu a contagem para o Ciclón argentino, enquanto que a igualdade tricolor chegou por intermédio de Julio Santa Cruz sobre o final do lance.

O time titular de Nacional naquela final da Copa Libertadores foi: Ignacio Don; Ramón Coronel, Leonardo Cáceres, Raúl Piris e David Mendoza; Marcos Melgarejo, Silvio Torales, Juan Argüello e Derlis Orué; Julián Benítez e Freddy Bareiro. Entraram Hugo Lusardi, Julio Santa Cruz e Cecilio Domínguez.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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