Um gol que ainda dói
Eram as oitavas de final da Copa do Mundo de 1998, Paraguai chegava após superar a fase inicial com uma grande vitória sobre a Nigéria e se enfrentava na próxima instância do torneio contra a seleção local.
O duelo no estádio Félix Bollaert-Delelis de Lens enfrentou dois times muito distintos, um com craques como o goleiro Fabien Barthez, Zinedine Zidane, Lilian Thuram, Didier Deschamps, entre outros, enquanto do lado paraguaio estavam José Luis Chilavert, Carlos Gamarra, Celso Ayala, Francisco Arce e outros.
O encontro havia finalizado com igualdade sem gols após os primeiros 90 minutos, então o jogo precisou ir para o tempo suplementar. O zero parecia inabalável no placar e o caminho conduzia para os pênaltis. Contudo, aos 113 minutos Robert Pires consegue mandar um cruzamento para a área, David Trezeguet baixa de cabeça e o defensor Laurent Blanc aparece para disparar forte e bater José Luis Chilavert.
Aquele gol foi um golpe e uma dor histórica, já que pela primeira vez se vivenciava a crueldade do Gol de Ouro. Não havia reposição desde o meio-campo, apenas choro e uma tentativa vaga de resignação. Doeu e continua doendo. Embora como diz um velho ditado: O futebol sempre oferece revanchas.
Poderá a Seleção de Alfaro vingar a derrota em Lens?
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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