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Internacional

Um em cada dez jovens na Alemanha não estuda nem trabalha

17/08/2026 17:45 2 min lectura 13 visualizações

Situação na Alemanha e na União Europeia

Apesar do aumento registrado na Alemanha, a proporção de jovens inativos é relativamente baixa em comparação com o conjunto da União Europeia (UE), onde a taxa foi de 12,9% em 2025.

As proporções mais baixas na Europa foram registradas nos Países Baixos (5,6%), Suécia (7,3%) e República Tcheca (7,6%), enquanto na Romênia (22,8%), Bulgária (17,3%) e França (16,2%) constataram-se as maiores proporções de jovens que nem estudam nem trabalham.

Diferenças por gênero

Entre as mulheres com idade de 20 a 24 anos, a proporção de quem não estuda nem trabalha na Alemanha é ligeiramente superior à dos homens: 10,5% entre elas frente a 9,6% deles.

No conjunto da UE, as cifras foram de 13,2% entre as mulheres jovens e de 12,5% entre os homens.

Disparidades geográficas

Quanto à situação dos jovens nas grandes cidades e nas zonas rurais, o panorama apresenta diferenças significativas.

Na Alemanha, os jovens das grandes cidades tinham mais probabilidades de nem estudar nem trabalhar (10,6%) do que os das zonas rurais (7,9%).

No conjunto da UE ocorria o contrário: os jovens das zonas rurais eram afetados com muito maior frequência (15,4%) do que os das grandes cidades (11,5%).

Razões da inatividade

Existem diferentes motivos pelos quais os jovens de 20 a 24 anos não participam de atividades educativas nem do mercado de trabalho.

Segundo dados de 2024 do Relatório Nacional de Educação da Alemanha, 25% procuravam trabalho e se consideravam desempregados. Em contrapartida, 66% não estavam disponíveis para o mercado de trabalho, outros 6% iriam começar próximamente uma formação profissional ou estudos universitários, enquanto 4% estavam prestes a começar um novo emprego.

Entre os jovens que não participavam do mercado de trabalho, 20% apontaram as responsabilidades de cuidado como motivo e 18% as limitações de saúde. Além disso, outros 17% não procuravam trabalho por motivos relacionados à educação, possivelmente porque estavam aguardando uma vaga universitária ou de formação profissional.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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