TSJE, Polícia e Ministério Público capacitam agentes para as internas de domingo, 7 de junho
Autoridades do Tribunal Superior de Justicia Electoral (TSJE), do Ministério Público e da Polícia Nacional concretizaram uma reunião na Academia da Polícia na manhã desta sexta-feira.
Foi uma jornada com miras às próximas internas em que a Justiça Electoral estende capacitação também aos diretores da Polícia Nacional para coordenar as atividades necessárias para garantir a segurança do processo eleitoral previsto para o próximo domingo, 7 de junho.
Abriu o ato o comissário geral Brígido Ojeda Báez, diretor do Instituto Superior de Educação Policial. Em seguida, o ministro do TSJE Jorge Enrique Bogarín González, presidente do TSJE, dirigiu algumas palavras.
Posteriormente, interveio o advogado Hugo Cazal, diretor de Recursos Eleitorais, sobre as medidas de segurança das máquinas de votação. Logo a advogada Sandra Ledesma, agente fiscal de delitos eleitorais da capital, explicou a atividade e a coordenação que deve ter a Polícia Nacional com o Ministério Público.
Finalmente, a juíza e advogada Fabiana Marín, juíza eleitoral da capital, fez referência às faltas eleitorais.
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"A ideia é que a Polícia conheça a Resolução 81 da TSJE onde se estabelecem os mecanismos de segurança para o dia das eleições e sobretudo o das máquinas de votação", explicou Carlos María Ljubetic, diretor de Processos Eleitorais do órgão.
Ljubetic salientou que também abordaram sobre os eventuais incidentes que pudessem se gerar no dia das votações.
"O que nós estamos cuidando é que não haja nenhuma situação dentro dos locais de votação. E o que a Justiça Electoral determinou é proibir o ingresso à cabine de votação com bebidas, líquidos, aerossóis, substâncias inflamáveis, objetos contundentes e qualquer outro objeto que possa gerar danos às máquinas de votação ou aos materiais eleitorais. Isso é o que queremos prever e o que à polícia se instruiu nesse aspecto", comentou.
Segundo dados oficiais da TSJE, uns 15 mil agentes de segurança entre militares e agentes policiais velarão pela segurança durante as internas.
Sobre as últimas verificações técnicas celebradas com os partidos políticos, o diretor afirmou finalmente que a todos os movimentos não darão o gosto em torno das verificações técnicas ao software e hardware das máquinas de votação.
"Há gente que está predisposta contra as máquinas de votação, independentemente das demonstrações que lhes façamos. Há uma predisposição de rejeitar as máquinas. A esses não vamos dar o gosto. Mas são apenas um ou dois movimentos dentro do Partido Liberal, com o resto dos movimentos não temos inconvenientes", comentou.
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Sobre o movimento Causa Republicana dos senadores e irmãos Lilian e Arnaldo Samaniego, referiu que ambos manifestaram estar conformes com as explicações brindadas.
"Da mesma forma insta (em alusão a Lilian) a seus representantes nas mesas, apoderadores, fiscalizadores que cuidem do processo eleitoral e isso me parece lógico. Não há ninguém mais interessado que a Justiça Electoral em que os movimentos políticos se constituam em fiscalizadores do processo. O que há que entender é que a Justiça Electoral não tem funções no local de votação. Os membros de mesa são nomeados pelos partidos políticos", explanou.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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