Trump levanta dúvidas sobre participação dos EUA em bombardeio mortal a escola iraniana
O ataque matou 73 meninos, 47 meninas, 26 professores, sete pais, um motorista de ônibus escolar e outro adulto na cidade do sul de Minab em 28 de fevereiro, o primeiro dia da guerra no Oriente Médio, de acordo com a mídia estatal iraniana.
"É horrível o que ocorreu, mas os mísseis estavam voando por todos os lados, e alguém disse que era um míssil nosso, bem, talvez não fosse um míssil nosso. Mas não vi nada que me faça acreditar que era", disse Trump a jornalistas na Casa Branca.
Em seguida, pediu ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, que estava na Sala Oval, que o respaldasse.
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"Bem, senhor presidente, levamos muito a sério a investigação, e quando chegar o momento apropriado, independentemente do resultado, esse será o momento de divulgá-lo", disse Hegseth.
Os Estados Unidos evitaram assumir responsabilidade pela tragédia. Inicialmente, Trump acusou o Irã de ter atacado a escola porque "não têm precisão nem nada" com suas armas.
"Não sei se em algum momento a questão da responsabilidade será resolvida", acrescentou o presidente na quarta-feira.
Em maio, o almirante Brad Cooper, chefe do comando militar responsável pelas operações no Oriente Médio (Centcom), disse ao Congresso que o exército divulgará os resultados de qualquer investigação.
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Anteriormente, o New York Times informou que a escola havia sido atingida por um míssil de cruzeiro Tomahawk dos EUA, uma arma que não faz parte do arsenal iraniano. A CNN também informou que os Estados Unidos eram responsáveis pelo ataque.
A AFP conseguiu estabelecer que a escola estava localizada entre dois locais controlados pelos Guardiões da Revolução, a guarda revolucionária do Irã. Mas não conseguiu acessar o local para verificar de forma independente as circunstâncias do ataque.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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