Sinamed rejeita proposta salarial do Governo; greve continua programada
Rejeição da proposta salarial
A secretária-geral do Sindicato Nacional de Médicos (Sinamed), Rosanna González, manifestou seu desacordo com a proposta de recomposição salarial apresentada pelo Ministério da Saúde. A proposta contempla um aumento de G. 1.500.000 distribuídos em três etapas de G. 500.000 cada uma, dirigida apenas a médicos que ganham menos de G. 5 milhões.
González assinalou que o sindicato havia solicitado uma recomposição equitativa que alcançasse todos os profissionais sem distinção. Dessa forma, o sindicato mantém a medida de força convocada para 21 e 22 de setembro.
Situação dos médicos especialistas
Um grupo de médicos especialistas e subespecialistas que havia apresentado renúncias ao Ministério da Saúde decidiu deixá-las sem efeito nesta quinta-feira. Estes profissionais comunicaram também que não aderirão à greve convocada pela Sinamed.
A decisão foi resultado de um acordo alcançado com autoridades sanitárias e legisladoras. O Ministério da Saúde e os profissionais se comprometeram a trabalhar conjuntamente para implementar um salário diferenciado destinado a especialistas e subespecialistas de alta complexidade e medicina crítica.
Áreas incluídas no acordo
Entre as especialidades contempladas no acordo figuram anestesiologia, cirurgia pediátrica, neurocirurgia, cirurgia cardiovascular e terapia intensiva neonatal, pediátrica e de adultos, além de outras áreas a serem definidas pela autoridade sanitária.
O acordo contempla o desenvolvimento de uma proposta técnica e legislativa para incorporar o salário diferenciado ao orçamento estatal.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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