Setor suíno supera 10.500 toneladas exportadas com Taiwan como principal mercado
Desempenho exportador do primeiro semestre
Ao encerramento do sétimo mês do ano, o setor suíno exportou mais de 10.500 toneladas de carne suína para os diferentes mercados habilitados com a República da China (Taiwan), que se manteve como o principal comprador do produto, consolidando-se como o principal parceiro comercial para a carne suína nacional.
De acordo com os dados do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), entre janeiro e julho de 2026 foram enviadas 10.535 toneladas por um valor de USD 30.200.151, o que representou um crescimento em comparação com o mesmo período de 2025, quando as exportações alcançaram 10.261 toneladas e geraram USD 29.520.256.
Em termos de volume, o aumento foi de 274 toneladas, equivalente a 3% a mais que o mesmo período do ano anterior, enquanto em valores registrou-se um incremento de USD 679.895, ou seja, 2,3% a mais que nos primeiros sete meses do ano passado.
Detalhamento por mercados de destino
Os números detalham que Taiwan adquiriu 8.189 toneladas por USD 25.918.355, colocando-o em primeiro lugar entre os compradores. Brasil comprou 1.605 toneladas por USD 3.102.023, enquanto Uruguai adquiriu 538 toneladas por USD 927.584, e Filipinas 54 toneladas por USD 187.957.
Quanto a miúdos, Costa do Marfim precisou de 78 toneladas por USD 33.995, e Libéria adquiriu 70 toneladas por USD 30.235.
Resultados do primeiro semestre de 2026
Ao encerramento do primeiro semestre de 2026, de acordo com dados do serviço veterinário, o setor embarcou 8.721 toneladas de produtos e subprodutos de origem suína por valor de USD 25.542.187, representando um crescimento de 11% em volume e 15% quanto a ingressos, com respeito ao mesmo período do ano passado, quando as exportações dos primeiros seis meses alcançaram 7.831 toneladas por USD 22.120.350.
Nova oportunidade comercial nas Filipinas
Recentemente, Paraguai concretizou o envio do primeiro carregamento de carne suína com destino às Filipinas. O embarque somou 27 toneladas de costela baby com osso e representou o início de uma nova oportunidade comercial para a cadeia suína paraguaia, fortalecendo o posicionamento do país como fornecedor confiável de alimentos seguros e de alta qualidade, conforme destacou Senacsa.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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