Senado aprova avanço em acordo de cooperação satelital com Japão
Aprovação de projeto satelital
As comissões de Hacienda e Presupuesto e de Cuentas e Control da Administração Financeira do Estado realizaram uma sessão conjunta para analisar normativas vinculadas às suas respectivas competências legislativas. Na ocasião, receberam representantes de instituições do Poder Executivo.
Como primeiro ponto foi estudado o projeto de Lei "Acordo por Notas Reversais entre o Governo da República do Paraguai e o Governo do Japão", relacionado à cooperação financeira não reembolsável para a implementação de instalações vinculadas a tecnologia satelital.
O General de Divisão Aéreo (R) Osvaldo Almirón Riveros, titular da Agência Espacial do Paraguai, apresentou os avanços institucionais mediante um informe detalhado que incluía as funções da entidade e testes de funcionamento do projeto.
Os membros de ambas as comissões debateram o exposto, manifestando distintos pontos de vista e formulando sugestões para fortalecer o desenvolvimento do setor. Ambas as comissões resolveram emitir parecer favorável ao projeto, o qual será considerado em próxima sessão ordinária do Senado.
Análise de programa Fome Zero
No segundo ponto, foi recebido o ministro de Desenvolvimento Social, Miguel Tadeo Rojas, junto com representantes do Ministério da Educação e Ciências e da OPACI, para analisar um projeto de lei que modifica disposições do Fundo Nacional de Alimentação Escolar (programa "Fome Zero").
Durante o debate, os senadores expuseram diversas posições respecto às modificações propostas. Entre os argumentos principais, sinalizaram que não seria adequado atribuir aos municípios a responsabilidade do programa devido à falta de ferramentas e capacidades para sua implementação, considerando a magnitude e complexidade de tal função.
Os legisladores também indicaram que o projeto ainda não se encontra plenamente consolidado, razão pela qual não seria oportuno introduzir modificações nesta etapa.
O senador Dionisio Amarilla propôs como moção de ordem postergar o tratamento do projeto, sugerindo convocar os governadores para conhecer suas posições. Argumentou que se trata de uma normativa de alta sensibilidade ao envolver diretamente a população infantil, pelo que sua análise requer maior profundidade e consenso.
Ambas as comissões resolveram postergar o estudo do projeto, com o objetivo de contar com informação adicional que permita uma melhor tomada de decisões.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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