Promotoria não descarta máfia para conceder prisões domiciliares
No procedimento, a denunciante entregou dinheiro à funcionária Antonia Galeano (41), o que resultou em um allanamento nas dependências do Poder Judicial da cidade.
O caso surgiu de uma denúncia realizada por uma mulher e a partir de então iniciaram-se as investigações.
"Uma pessoa denunciou que lhe solicitaram 7 milhões de guaranis para beneficiar seu filho que está em Tacumbú, para que esteja sob prisão domiciliar", afirmou a promotora em comunicação com a rádio Monumental 1080 AM.
A denunciante afirmou que lhe solicitaram a soma de 7 milhões de guaranis para conseguir a medida alternativa.
"Segundo a funcionária do Poder Judicial, 6 milhões de guaranis solicitaram no Juizado e um para os funcionários da Oficina de Monitoramento de Dispositivos Eletrônicos de Controle (Omdec) para que a solicitação chegasse a tempo", indicou.
Diante da consulta se neste caso se poderia falar de uma rede similar à máfia dos vales, sustentou que a investigação ainda está em etapa incipiente e que não se pode descartar nenhuma hipótese.
A operação permitiu apreender o dinheiro e uma cópia do expediente, onde se prometeu modificar medidas judiciais em troca do pagamento.
Após a entrega vigiada, a comitiva da promotoria allanhou a Seção de Estatística e a Secretaria do Juizado Penal de Garantias N.º 1 de San Lorenzo.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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