Pessoal do Hospital de Trauma apresenta demandas de melhorias laborais e salariais
Manifestação e reclamos laborais
O pessoal de enfermagem e trabalhadores do Sindicato de Trabalhadores e de Enfermagem do Hospital de Trauma se manifestou frente à instituição para apresentar três pontos de demanda: nivelação salarial de funcionários nomeados, desprecarização de trabalhadores contratados e retiro incentivado para dez companheiros com 65 anos ou mais.
A Lic. Mirna López, porta-voz do movimento, explicou em declarações ao programa Arriba hoy do canal GEN e Universo 970AM/Nação Media que os solicitantes buscam nivelação salarial por antiguidade para os companheiros permanentes, desprecarização para os contratados e retiro incentivado para empregados que atingem a idade de aposentadoria.
Alcance do pedido
A iniciativa compreende 772 funcionários de um total de 1.600 empregados na instituição. Segundo a porta-voz, embora os médicos tenham sido excluídos do pedido por terem obtido benefícios em negociações anteriores, a solicitação inclui bioquímicos, odontólogos e outros profissionais da saúde.
Análise econômica e negociações
A nivelação salarial implicaria um desembolso estimado de USD 3,5 milhões, indicou López. Desde o mês de maio, os representantes vêm coordenando com os parlamentares responsáveis de estudar o Orçamento Geral de Despesas da Nação para avaliar a viabilidade da proposta.
O pessoal também solicitou uma audiência com o ministro de Saúde, Isaías Fretes, para expor diretamente suas preocupações à pasta sanitária.
O que solicitamos é o que nos merecemos, não é um favor, afirmou a funcionária.
Condições laborais e serviços
A nivelação salarial seria aplicada de acordo com o escalafão e rubrica específica, já que alguns trabalhadores percebem menos do salário mínimo. Os funcionários também solicitaram melhores condições laborais, argumentando que o Hospital de Trauma concentra a demanda de atendimento em nível nacional, independentemente dos centros habilitados em outras regiões do país.
A marcha de protesto se realizou sobre a avenida General Santos até Eusebio Ayala. Não obstante, a representante sindical esclareceu que estão abertos ao diálogo construtivo e que não pretendem chegar a uma greve, mostrando disposição para encontrar soluções conjuntas.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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