Pelo menos quatro mortos em ataque israelense em Gaza para matar suposto líder do Hamas
Apesar do cessar-fogo vigente em Gaza, quatro mortos chegaram a hospitais da capital gazatí, conforme fontes sanitárias, enquanto o Crescente Vermelho Palestino transferiu pelo menos 20 feridos para o hospital de campo Al Saraya por um ataque contra um apartamento na rua Al Moataz da cidade.
Conforme pôde ouvir a EFE na cidade, cerca de cinco mísseis impactaram o edifício residencial, no qual deflagrou um incêndio intenso que os equipos de Defesa Civil do enclave ainda tentam apagar. As forças armadas também atacaram um veículo na rua Al Wahida da capital.
O ataque foi executado por ordem direta do primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, e o titular da Defesa, Israel Katz, informou a pasta deste último no comunicado.
Al Haddad é o último integrante de alto escalão com longa trajetória vivo do braço armado do Hamas, as Brigadas Al Qassam.
"Manteve nossos reféns cativos com crueldade extrema, lançou ataques terroristas contra nossas forças e recusou-se a implementar o acordo de cessar-fogo liderado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para desarmar o Hamas e desmilitarizar a Faixa de Gaza", prossegue o comunicado da Defesa.
Segundo o jornal The Times of Israel, Katz comunicou à família da ex-refém Liri Albag os ataques, já que a jovem (que retornou com vida a Israel) permaneceu sequestrada na capital gazatí quando Al Haddad comandava a brigada de cidade de Gaza das Al Qassam.
Mais de 850 pessoas morreram na Faixa de Gaza por bombardeios e disparos israelenses desde que começou o cessar-fogo no enclave em 10 de outubro de 2025.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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