Segunda, 22 de Junho de 2026
ÚLTIMA HORA
Bem-vindo ao ParaguaiNews — as notícias do Paraguai agora em português Bem-vindo ao ParaguaiNews — as notícias do Paraguai agora em português
Esportes

Payne tira da esquina, mas não consegue evitar a remontada do Egito

Egito vira o jogo 3-1 contra a Nova Zelândia na Copa do Mundo 2026

22/06/2026 14:00 4 min lectura 10 visualizações
Payne asiste, pero no puede evitar la remontada de Egipto

O Egito acordou a tempo, castigou três erros defensivos da Nova Zelândia e confirmou em Vancouver uma remontada de valor histórico, um 3-1 construído na segunda metade com gols de Mostafa Zico, Mohamed Salah e Trezeguet, depois que Finn Surman havia colocado os oceânicos na frente no primeiro quarto de hora.

O triunfo, o primeiro do Egito em uma Copa do Mundo, mudou o cenário do grupo G do Mundial 2026 e deixou combalida uma Nova Zelândia que começou melhor, mais direta, mais agressiva e com mais convicção, mas que foi se apagando à medida que o time de Hossam Hassan encontrou Salah entre linhas e começou a fazer dano pelas laterais.

O time de Darren Bazeley saiu com Chris Wood como referência e com a ideia clara de atrair o Egito para correr pelas costas de sua defesa. Aos 40 segundos, Callum McCowatt já havia avançado pela direita e obrigado Mostafa Shoubir a despejar uma bola perigosa na pequena área. Foi um aviso do que queria a Nova Zelândia: ritmo, segundas jogadas e cruzamentos.

O Egito demorou para se assentar. Salah apareceu aos cinco minutos com uma arrancada que terminou em chute bloqueado da entrada da área, mas a Nova Zelândia respondeu rapidamente com uma ação de Sarpreet Singh que passou perto do poste direito. A partida estava aberta.

Aos 13 minutos, Elijah Just obrigou Shoubir a se esforçar com um chute duro e rasteiro que o goleiro egípcio desviou para escanteio. Na ação seguinte chegou o 1-0. Tim Payne cobrou pela esquina e Finn Surman, livre na pequena área, saltou à frente de dois defensores egípcios e cabeceou para o fundo da rede. Foi um remate perfeito e, também, um erro óbvio de marcação.

O Egito acusou o golpe. Mohanad Lashin viu cartão amarelo no minuto 16 por uma entrada dura e a Nova Zelândia pôde ampliar a vantagem pouco depois, novamente com Just, cujo chute encontrou uma nova defesa de Shoubir. O goleiro sustentou o Egito quando a partida ainda pertencia aos neozelandeses.

Com o passar dos minutos, porém, o conjunto africano começou a encadear passes. Marmoush colocou à prova Max Crocombe no 26 e Salah quase empatou com uma falta na entrada da área no 34.

A lesão de Hamdy Fathy, substituído por Ramy Rabia no 41, obrigou Hossam Hassan a mexer no time antes do intervalo, mas o Egito já tinha inclinado o campo.

O primeiro tempo terminou com domínio egípcio de posse de bola, mas com vantagem neozelandesa pela eficácia. A Nova Zelândia havia feito dano cada vez que encontrou espaços; o Egito, apesar de chegar mais, não havia conseguido precisão no último passe.

O intervalo mudou a partida. Salah teve uma oportunidade clara logo no início do segundo tempo, mas Crocombe respondeu. Marmoush quase acertou no poste com uma falta e a Nova Zelândia ainda encontrou uma chance em outro lançamento, com um cabeceio de McCowatt que Shoubir mandou para escanteio.

Ali terminou a resistência neozelandesa. No minuto 59, Mohamed Hany subiu pela direita e fez um cruzamento que Mostafa Zico, completamente livre, cabeceou para o fundo da rede apesar do toque de Crocombe. Outro erro defensivo, desta vez da Nova Zelândia, abriu a porta para o Egito.

Oito minutos depois, Salah fez o 1-2. O capitão egípcio, que chegou ao torneio como segundo maior goleador histórico de sua seleção segundo a FIFA, com 67 gols antes do Mundial, recebeu dentro da área após uma combinação com Zico e definiu rasteiro, com calma, no lado esquerdo do goleiro.

O gol terminou de quebrar a Nova Zelândia. Bazeley mexeu no banco com Ben Old, Jesse Randall e Ryan Thomas, mas o Egito encontrou mais espaços. No 81, Salah cobrou escanteio no primeiro poste e Trezeguet, que havia entrado no lugar de Marmoush, cabeceou o 1-3. Foi o terceiro gol da partida nascido de um problema de marcação na área.

A Nova Zelândia pressionou ao final. Francis De Vries cruzou bolas, Tyler Bindon tentou de fora da área e Shoubir voltou a intervir nos acréscimos. O Egito inclusive poderia ter ampliado a vantagem...

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.

Comentários (0)

Entre con Google para comentar.