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Paraguai

Passagem de ônibus internos de Central sobe a partir de quinta-feira por aumento de combustíveis

Transportistas anunciam reajuste após mais de cinco anos sem aumentos em alguns municípios

07/05/2026 04:45 3 min lectura 0 visualizações
Pasaje de buses internos de Central sube desde el jueves por suba de combustibles

A Associação de Transportistas de Linhas Internas do Paraguai (Asotrainter) comunicou à opinião pública que diante da elevação galopante do custo do combustível, que afeta todos os setores sem exceção, resolveram ajustar o preço da passagem de todas as empresas associadas.

No comunicado, mencionaram que outros sindicatos já sofreram aumentos em seus custos e tarifas em suas diversas modalidades, e a Dinatran já comunicou o incremento da passagem nas categorias de curta, média e longa distância.

Leia mais: Governo regulamenta a reforma do transporte e prevê renovar 1.000 ônibus para 2028

Além disso, indicaram que a Vice-Secretaria de Transporte Urbano incrementou o custo da passagem em sua modalidade subsidiada, enquanto os transportadores de carga regulados pelo Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) também atualizaram suas tarifas, assim como as plataformas digitais, como Bolt, em aproximadamente 35% o custo para os usuários.

📌 Transportistas anunciam aumento da passagem

Sindicatos do transporte interno do Departamento Central informam um reajuste na tarifa.

🔺 A passagem passaria a custar G. 3.500.

🔺 Alegam aumento do combustível e falta de subsídios.

"Cabe ressaltar que os ônibus internos somos objeto de um custo político, devido a que as autoridades municipais, intendentes e vereadores não dão resposta aos reiterados pedidos de reajuste no custo da passagem", sinalizaram.

Entretanto, asseguraram que são o único setor que ainda não havia reajustado seu preço e que por essa razão se veem obrigados a tomar medidas paliativas diante deste cenário.

Um dos representantes, de nome César Téllez, expressou que lhes cabe se ver nesta situação forçosa e estão fazendo um cálculo inclusive abaixo do reajuste fixado pelos órgãos oficiais, Dinatran e o MOPC.

"Estamos reajustando após mais de cinco anos, em alguns municípios depois de dez anos, nossa tarifa, que compreendemos mais de 40% da mobilidade urbana de Assunção e Grande Assunção. Somos os responsáveis por esse movimento de capital e gerar esse ativo diário para o que significa o governo e desenvolvimento do país", manifestou.

Além disso, indicou que se trata de um sindicato esquecido que já não pode sustentar os números sem uma compensação e atenção do Governo. "Tal é assim que não nos tiveram em conta em sua famosa reforma, mas somos os coletores de muita gente no bairro central", ressaltou.

O reajuste de G. 3.500 é G. 600 menos do que fixa a Dinatran e G. 500 menos do que fixa o Governo Central, segundo detalhou Téllez.

"Nossa passagem vai continuar sendo módica, acessível e sempre pensando no bolso do cidadão", assegurou.

Pastor Cristaldo, representante dos trabalhadores internos, mencionou que é motorista e que cada dia há menos motoristas, porque os ônibus se desmonopram.

"A tarifa atualmente é G. 2.800, estipulada pelos municípios. Enviamos ofícios, se preocupam mais com sua campanha, o transporte interno está agonizando, todos os dias se desmantelam coletivos, os sucateiros estão se enriquecendo. Já não há mais motoristas em transporte interno", ressaltou.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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