Ovejas Negras: 14 anos de trajetória no rock paraguaio chegam a Pilsen ReciclArte
Uma trajetória de 14 anos nos palcos
Ovejas Negras leva mais de uma década construindo sua história através de guitarras, palcos e a persistência de continuar fazendo rock. Agora, a banda paraguaia chega pela primeira vez a Pilsen ReciclArte, no próximo 26 de setembro, para tocar no Anfiteatro José Asunción Flores, um palco que durante anos observou de longe e que hoje finalmente faz parte de seu caminho.
A história da agrupação começou em 28 de julho de 2012, com seu primeiro show no mítico Richard's Pub. Sebastián Acosta, vocalista e guitarrista da banda, descreve aquela noite como uma mistura de "alegria, euforia e nervos", já que era a primeira vez que tocavam suas próprias composições diante do público.
Significado da apresentação em ReciclArte
"É cumprir um sonho tocar em um lugar tão significativo quanto o Anfiteatro e mais ainda em um evento como o ReciclArte", expressa Sebastián Acosta. Para o músico, a importância dessa apresentação também está vinculada aos artistas que já passaram pelo festival. "A maioria dos artistas que admiramos já se apresentaram nesse festival e sonhávamos em poder estar alguma vez".
Evolução e formação atual
Durante esses 14 anos, a agrupação experimentou mudanças de integrantes e uma busca constante para encontrar seu próprio som. "Com o passar do tempo houve mudanças de integrantes e evolução do som para um mais próprio", explica Acosta.
A formação atual é integrada por Sebastián Acosta em voz e guitarra; Juan Carlos Yumito Acosta em guitarra e backing vocal; Fernando Noguera em baixo e backing vocal; Vidal Romero Rossi em teclado e backing vocal, e César Almirón na bateria.
Repertório especial para o debut em ReciclArte
Para sua apresentação em ReciclArte, a banda prepara um repertório que incluirá três canções especialmente representativas de sua trajetória: El cielo, vos y yo, Ya no hay tren en Paraguay e Pasaje. Cada uma pertence a uma etapa diferente de Ovejas Negras e, juntas, permitem percorrer diferentes facetas da agrupação.
"Essas três canções marcaram etapas diferentes dentro da banda, mostram o lado mais sincero, nostálgico e cru de Ovejas Negras", aponta Acosta. "Apresentar esses temas é demonstrar nossa essência mais pura".
Expectativas para o encontro com o público
A apresentação será também uma oportunidade para encontrar-se com um público que acompanhou o caminho da agrupação e para chegar àqueles que talvez a escutem pela primeira vez. Depois de tantos anos de espera, o grupo assume o desafio com entusiasmo.
"Podemos dizer com certeza que há tempo esperávamos por isso, então vamos chegar bem afiados e prontos para o rock & roll", afirma Acosta. A expectativa está posta também na resposta de quem estiver nas arquibancadas. "Esperamos que o público nos acompanhe como sempre, fazendo-nos sentir seu carinho desde as arquibancadas".
Constância como traço distintivo
A constância é um dos traços com os quais Ovejas Negras define sua trajetória. Em 14 anos, a agrupação atravessou diferentes etapas sem perder aquilo que considera essencial: sua identidade e a energia de suas apresentações.
"Ovejas Negras soube ser constante ao longo dos anos, conseguindo um som próprio e transmitindo a mesma energia em cada show, mantendo sempre a mesma essência", sustenta o cantor.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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