Os amigos íntimos do Senhor
O Evangelho de hoje recolhe a primeira das parábolas em que o Senhor exorta à vigilância. Está tomada do cuidado dos criados que esperam seu amo que vem das bodas. O estar cingidos indica ter levantados e ajustados os vestidos para servir; as lâmpadas acesas aludem ao cortejo nupcial que chega de noite.
Com esta parábola, Jesucristo nos ensina qual deve ser a atitude fundamental do cristão: estar em vela. Isto é o próprio da alma sacerdotal de todo cristão: alimentar espiritualmente o povo de Deus, manter o mundo aberto a Deus. Todo cristão é um guardião, que vela por seus irmãos, vigiando, rezando, custodiando.
Da mesma forma que Jesucristo esteve no horto das Oliveiras velando; Ele pede a cada cristão que se faça cargo das necessidades dos homens, que não se deixe levar pela sonolência e pelo descuido.
E quando o cristão vive assim, então sucede o que Jesus segue contando na parábola: o esposo se cinge como um servo, o assenta à sua mesa e se põe a servi-lo. E então se produz a grande transformação: o criado se converte no amigo íntimo.
Este é o grande desejo de Jesucristo, chegar a uma comunhão de vida com cada cristão. A relação que Deus quer ter conosco não é uma relação de súdito devoto com o rei ou de servos fiéis do amo. Ele quer ter uma relação de intimidade, amorosa, conosco: é Ele quem nos deseja, nos busca, nos convida a sua festa e nos serve.
Pobres, simples, sem méritos, sem talentos, somos os amados, os prediletos de Deus. E para entrar nessa festa, o cristão deve se fazer cargo do que Cristo leva em seu coração: todas e cada uma das pessoas deste mundo.
(Frases extraídas de https://opusdei.org/es-py/gospel/2026-10-20/)
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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