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Internacional

O porta-aviões Fujian, o mais avançado da Marinha chinesa, atravessa o estreito de Taiwan

24/06/2026 17:00 3 min lectura 11 visualizações
El portaaviones Fujian, el más avanzado de la Armada china, atraviesa el estrecho de Taiwán

"O porta-aviões Fujian (CV-18) do Partido Comunista da China (PCCh) atravessou na terça-feira o estrecho de Taiwan. As Forças Armadas taiwanesas o monitoraram de perto utilizando meios conjuntos de inteligência, vigilância e reconhecimento", informou o Ministério da Defesa Nacional em um breve comunicado, acompanhado de uma fotografia da embarcação, que aparecia sem aviões em seu convés.

Apesar disso, a passagem do Fujian não foi acompanhada por um aumento significativo da atividade militar chinesa em torno da ilha: o ministério indicou que onze aeronaves e seis navios de guerra transitaram pelas proximidades de Taiwan entre as 06h00 de terça-feira (22h00 GMT de segunda-feira) e as 06h00 de quarta-feira (22h00 GMT de terça-feira).

Equipado com um sistema de catapultas eletromagnéticas, o Fujian entrou em serviço no início de novembro do ano passado, tornando-se o terceiro porta-aviões operativo da China e o mais avançado de sua frota.

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Projetado e construído integralmente na China, o Fujian possui um deslocamento de mais de 80.000 toneladas e representa um passo importante nos planos do Exército chinês de contar com seis porta-aviões até 2035.

Esta embarcação já havia transitado pelo estrecho de Taiwan em meados de dezembro do ano passado, enquanto o Liaoning, o primeiro porta-aviões que a China teve, foi o último a cruzar estas águas em abril passado.

O reforço da Marinha chinesa levanta suspeitas entre seus rivais, especialmente pelos conflitos territoriais no mar da China Meridional, cuja soberania Pequim reclama na prática em sua totalidade, e em torno de Taiwan.

Em declarações ao Clube de Correspondentes Estrangeiros de Taiwan, o titular do Conselho de Assuntos Continentais (MAC) — o órgão governamental encarregado das relações com a China —, Chiu Chui-cheng, afirmou na terça-feira que Taipé se recusa a aceitar o "objetivo final" de Pequim de "unificar-se com Taiwan".

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"Embora Taiwan enfrente uma pressão combinada, crescente e sem precedentes, nossa determinação de salvaguardar nossa soberania e nosso sistema democrático nunca foi tão firme", afirmou o funcionário.

"Esta é nossa linha vermelha. Neste ponto não há margem para concessão. Nunca cederemos ante o barulho de sabres e à crescente pressão da China. Taiwan nunca se renderá", acrescentou.

As autoridades de Pequim consideram Taiwan uma "parte inalienável" do território chinês e não descartam o uso da força para tomar seu controle, uma postura rejeitada pelo Executivo taiwanês, que sustenta que apenas os 23 milhões de habitantes da ilha têm direito de decidir seu futuro político.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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