Moradores de Asunción cobram de Luis Bello: "Faz quase um ano que estamos sem ônibus"
Por meio de uma nota encaminhada à Prefeitura de Asunción no dia 29 de junho, os moradores dos mencionados bairros de Asunción solicitaram que se intervenha urgentemente a Direção de Trânsito, por suposta "retenção indevida" de documentos e presumido desrespeito à Resolução nº 7028/26, que adjudica o itinerário da ex-Linha 16-2 à empresa San Isidro.
Os moradores também solicitaram que se cumpra de forma imediata a referida resolução, atendendo ao fato de que sua data de emissão é de 20 de abril de 2026. Exigiram neste sentido que a Prefeitura convoque a mesa de trabalho com o Viceministério de Transporte e a mencionada empresa.
Da mesma forma, pediram que se outorgue uma "licença provisória" por um ano à San Isidro para restabelecer assim o serviço de transporte público.
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"Exigimos que se respeite a decisão da Junta Municipal a favor da cidadania, que é o que corresponde, e que deixem de prejudicar os bairros mencionados acima", aponta a nota encaminhada ao prefeito Luis Bello.
Em outra nota encaminhada no dia 29 de junho ao presidente da Junta, Arturo Almirón, a representante dos moradores, Rosmary González, destaca que na Direção de Trânsito municipal encontra-se, desde o dia 26 de junho, uma nota que o Viceministério de Transporte encaminhou ao prefeito. Nesse documento se solicita que se conforme a mesa de trabalho.
"Evidentemente não há uma vontade da Direção de Trânsito, porque são eles que devem solucionar este problema, mas até agora não há nada. Porque o Viceministério já havia solicitado uma convocação de mesa de trabalho para a Prefeitura de Asunción. Essa é a nota que eles até agora não deram andamento", garantiu González em entrevista a Última Hora.
Detalhou que a nota do Viceministério, na qual se solicita conformar a mesa de trabalho, entrou no dia 30 de abril na secretaria privada da Direção Geral de Trânsito. No dia 8 de maio, o documento foi encaminhado à base 5 da Polícia Municipal de Trânsito, onde permaneceu 1 mês e 15 dias, segundo os registros dos moradores.
González acrescentou que desde o dia 26 de junho, o expediente encontra-se novamente na Direção de Trânsito, sem que se tenha dado andamento à mesa de trabalho.
"Nós já faz um ano que estamos sem ônibus e da parte deles não há nada, tudo é mentira", referiu, frustrada.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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